O líder do governo Lula no Congresso Nacional, Randolfe Rodrigues (PT-AP), lida com uma dificuldade na possível tentativa de se reeleger senador na disputa eleitoral de outubro. Levantamento divulgado pelo Paraná Pesquisas nesta segunda-feira, 15, apresenta o petista na primeira colocação no quesito rejeição.
Entre os cinco pré-candidatos ao Senado pelo Amapá listados pelo instituto, Randolfe soma 33,6% de rejeição. Ou seja, de cada três eleitores do Estado, um afirma que não votará nele de jeito nenhum.
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Na parte de rejeição, o parlamentar tem mais de 10 pontos de vantagem sobre o segundo colocado. Isso porque o deputado federal Acácio Favacho (MDB-AP) registra 22,8%.
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O vice-governador amapaense, Teles Júnior (PDT), o senador Lucas Barreto (PSD) e a ex-primeira-dama de Macapá Rayssa Furlan (Podemos) completam a lista. Eles somam rejeições de 15,7%, 13,7% e 12,8%, respectivamente. Do total de entrevistados, 4,4% dizem que poderiam votar em qualquer um. Enquanto isso, 14,3% não souberam responder ou não quiseram participar.
Em intenções de voto, o petista figura na terceira colocação nos dois cenários formulados. Em ambos os casos, Rayssa aparece na primeira posição, com Barreto na sequência.
A pesquisa que mostra a rejeição de Randolfe
O levantamento no qual Randolfe Rodrigues surge na liderança em rejeição para o Senado entrevistou 1,1 mil eleitores em potencial no Amapá. O trabalho de campo ocorreu de 11 a 13 de junho.
De acordo com o Paraná Pesquisas, a margem de erro é de 3 pontos porcentuais, para mais ou para menos, nos resultados gerais. O grau de confiança, conforme o instituto, é de 95%.
A pesquisa conta com registro no Tribunal Superior Eleitoral. O código AP-02175/2026 é o protocolo nesse sentido.
Leia também: “O lobo e o voto”, artigo de Alexandre Garcia publicado na Edição 320 da Revista Oeste
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Pobre Amapá, um Estado tão pobre, e tão desgraçadamente mal servido por políticos.
Vide a relação, vade retro…..
Esse sujeito c4n4lh4, está com uma refeição tão grande, que não ganha nem para sindico de prédio.
Se é rejeitado no seu curral, imagine no país