A crise entre o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem uma leitura bem definida dentro do diretório catarinense do Partido Novo, e ela não favorece o mineiro. Zema e Flávio são pré-candidatos à Presidência da República e, recentemente, o ex-governador fez diversas críticas contra o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
+ Saiba mais sobre os bastidores da política em No Ponto
Receba nossas atualizações
Rafael Nogueira, pré-candidato a deputado federal pela legenda em Santa Catarina, resume o sentimento que circula entre filiados, conselheiros e pré-candidatos catarinenses. À coluna, Nogueira declara que “se ele [Zema] não quer defender, só fica quieto”. “Ataca só o Lula e o STF”, prossegue. “Não ataca o Flávio.”

Para o pré-candidato à Câmara dos Deputados, Zema errou o cálculo. “A única coisa que ele consegue fazendo isso é aumentar a rejeição do Flávio. Ele não cresce”, afirma. “Faz um aceno para os mais radicais do partido, mas não cresce.”
Para quem está dentro do Novo, o ex-governador jogou fora uma posição confortável, já que ele era cotado como vice de Flávio, tinha trânsito na direita e espaço para crescer. O problema é que o racha não está resolvido. Nogueira admite que há uma “queda de braço” na sigla.
“A gente não sabe o que vai rolar”, afirma o político a Oeste. A avaliação dele é que Santa Catarina e Paraná estão majoritariamente do lado de quem quer o Novo alinhado ao PL, mas a direção nacional ainda não deu uma resposta clara. “O Novo nacional tinha que apoiar o Flávio.“
Novo de SC desconvida Zema de evento
O episódio ganhou forma pública nesta segunda-feira, 15, quando o diretório catarinense cancelou o convite a Zema para o encontro estadual do partido, marcado para 4 de julho em Joinville — como Oeste noticiou.
A coluna No Ponto analisa e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio de sugestões de pautas e reportagens, entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail [email protected].







































A direita brasileira tem nomes respeitáveis entre os quais,⁹ Zema. Mas falta a visão estratégica fundamental que é impedir que a esquerda vença a próxima eleição presidencial. E essa miopia política cria a dicotomia que favorece Lula e o PT.
Marchando unida já é difícil a direita vencer porque os obstáculos criados pela máquina que controla as eleições são enormes. Dividida então fica impossível.
Zema poderia desistir da candidatura a presidente e tentar uma vaga para o senado por Minas. Precisaremos da maioria no Senado para por no olho da rua alguns ministros do STF. Para presidente ele só tem dois por cento de intenções de voto.
Quem tem o que explicar ao eleitor e ao povo? É o FB ou ZEMA?
Se gritar pega larápio não resta um na política nacional.
E depois quem quiser falar que fale! Se a carapuça servir use-a, mas longe do público!
Zema nem deveria estar na disputa pq é totalmente desconhecido pelo resto do Brasil. Agora que insiste em atacar Flávio está difícil pras alianças nos Estados. Volta pra candidatura ao Senado,na vaga do conhecido Pacheco que está na geladeira.