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Política

Lula, sobre Brasil e China: 'Nunca estivemos tão próximos'

Presidente criticou guerras comerciais e armadas, anunciou acordos e defendeu 'sintonia estratégica' entre os dois países

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontra com Xi Jinping, o líder chinês, na abertura do IV Fórum Celac-China
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontra com Xi Jinping, o líder chinês, na abertura do IV Fórum Celac-China | Foto: Ricardo Stuckert/ PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira, 13, que o Brasil e a China nunca estiveram “tão próximos” e que essa relação “nunca foi tão necessária”. As declarações foram feitas à imprensa ao lado do ditador chinês, Xi Jinping, em Pequim. Mais cedo, os dois assinaram 20 protocolos e memorandos de cooperação nas áreas de ciência, tecnologia, aeroespacial e agricultura.

“A relação entre o Brasil e a China nunca foi tão necessária”, afirmou Lula. “Há anos, a ordem internacional já demanda reformas profundas. Nos últimos meses, o mundo se tornou mais imprevisível, mais instável e mais fragmentado. China e Brasil estão determinados a unir suas vozes contra o unilateralismo e o protecionismo. A defesa intransigente do multilateralismo é uma tarefa urgente e necessária.”

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“Não é exagero dizer que, apesar dos mais de 15 mil quilômetros que nos separam, nunca estivemos tão próximos”, continuou Lula. Assista ao discurso completo:

Esta foi a terceira vez que os dois se encontram desde que o petista tomou posse em 2023: uma vez em Brasília e outras duas em solo chinês.

Na China, Lula critica guerras comerciais

O presidente brasileiro também voltou a criticar as guerras comerciais. “Elas não têm vencedores”, disse. “Elevam os preços, deprimem as economias e corroem a renda dos mais vulneráveis em todos os países.”

Em discurso antes de Lula, Xi Jinping declarou que “China e Brasil vão defender juntos o livre-comércio e o sistema multilateral”. O ditador chinês também criticou as disputas comerciais e destacou a parceria estratégica com o Brasil.

Nesta segunda-feira, 12, os Estados Unidos e a China anunciaram uma trégua de 90 dias na imposição de tarifas recíprocas, que começou com o presidente norte-americano, Donald Trump. O acordo prevê que os dois países reduzam temporariamente as taxas comerciais.

Ucrânia e Gaza

Lula também falou sobre a proposta de mediação conjunta com a China para um acordo de paz entre Rússia e Ucrânia. A iniciativa, até o momento, não avançou. “Superar a insensatez dos conflitos armados também é pré-condição para o desenvolvimento”, afirmou.

O presidente também citou a crise em Gaza: “Não haverá paz sem um Estado da Palestina independente e viável vivendo lado a lado com o Estado de Israel”.

Leia mais: “Lula exalta revolução chinesa durante evento em Pequim”

No plano bilateral, Lula afirmou que “as sinergias entre os projetos de desenvolvimento dos dois países” já geraram resultados concretos. Ele mencionou a integração financeira entre os bancos centrais e a mobilização conjunta para financiar projetos de infraestrutura, energia e sustentabilidade.

“Nunca um número tão grande de projetos foi discutido de maneira sistemática em tão pouco tempo”, disse.

A viagem de Lula

Além da reunião com Xi Jinping, Lula se encontrou com outras autoridades chinesas: o primeiro-ministro, Li Qiang, e o presidente da Comissão Permanente da Assembleia Nacional, Zhao Leji. Também teve reuniões com os presidentes da Colômbia, Gustavo Petro, e do Chile, Gabriel Boric.

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A comitiva brasileira conta com 11 ministros, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), parlamentares, outras autoridades e cerca de 200 empresários.

Antes de chegar à China, a comitiva passou pela Rússia, onde Lula se encontrou com o presidente Vladimir Putin e defendeu o cessar-fogo na Ucrânia.

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8 comentários
  1. Inteligencia Artificial
    Inteligencia Artificial

    O livro negro do comunismo não busca justificar ou encontrar causas para os atos cometidos sob a bandeira do comunismo. Tampouco pretende ser mais um capítulo na polêmica entre esquerda e direita, discutindo fundamentos ou teorias marxistas. Trata-se, sobretudo, de lançar luz a um saldo estarrecedor de mais de sete décadas de história de regimes comunistas: massacres em larga escala, deportações de populações inteiras para regiões sem a mínima condição de sobrevivência, fome e miséria que dizimaram milhões, enfim, a aniquilação de homens, mulheres, crianças, soldados, camponeses, religiosos, presos políticos e todos aqueles que, pelas mais diversas razões, se encontraram no caminho de implantação do que, paradoxalmente, nascera como promessa de redenção e esperança.
    “…os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo”. Usando estimativas não oficiais, apresenta um total de mortes que chega aos 94 milhões. A estimativa do número de mortes alegado por Courtois é a seguinte:
    • 20 milhões na União Soviética
    • 65 milhões na República Popular da China
    • 1 milhão no Vietname
    • 2 milhões na Coreia do Norte
    • 2 milhões no Camboja
    • 1 milhão nos Estados Comunistas do Leste Europeu
    • 150 mil na América Latina
    • 1,7 milhões na África
    • 1,5 milhões no Afeganistão
    • 10 000 mortes “resultantes das ações do movimento internacional com

    Em edição revisada e com capa nova, O livro negro do comunismo traz uma vasta e complexa pesquisa — os locais, as datas, os fatos, os carrascos, as vítimas contadas às dezenas de milhões na URSS e na China, e os milhões em pequenos países como a Coreia do Norte e o Camboja. Além disso, a obra é amparada por um encarte de 32 páginas com cerca de 80 imagens e por mapas que situam e oferecem ainda mais embasamento ao leitor.

    Publicado originalmente na França, no momento em que a Revolução de Outubro de 1917 completava 80 anos, O livro negro do comunismo logo se tornou sucesso de livraria, com enorme repercussão, e deflagrou diversas polêmicas. Com mais de um milhão de exemplares vendidos no mundo e traduzido para mais de 25 idiomas, O livro negro do comunismo se consagrou e segue como uma obra referencial em estudos sobre o tema até os dias atuais, desempenhando um papel fundamental na compreensão das tragédias e complexidades do século XX.

    A grande fome de Mao
    por Frank Dikötter (Autor)

    ””(QUANDO NAO HÁ BASTANTE PARA COMER, AS PESSOAS MORREM DE FOME. É MELHOR DEIXAR METADE DAS PESSOAS MORREREM, PARA QUE A OUTRA METADE POSSA SE SACIAR. )”” MAO TSÉ-TUNG …
    Nao tem como aplicar o “”AD Hominem “” , esse individuo foi um DEMONIO.

    Este relato é uma reformulação fundamental da história da República Popular da China. Com riqueza de detalhes, pesquisa e um texto pontual, Frank Dikötter expõe um importante período da história chinesa e mostra que, em vez de desenvolver o país para se equiparar às superpotências mundiais, comprovando assim o poder do comunismo — como Mao imaginara —, o Grande Salto Adiante na verdade foi um passo gigante e catastrófico na direção oposta. O país virou palco de um dos assassinatos em massa mais cruéis de todos os tempos: pelo menos 45 milhões de pessoas morreram de exaustão, fome ou vítimas de abusos mortais das autoridades. Descortinando as maquinações cruéis nos corredores do poder e o cotidiano da população comum, A grande fome de Mao dá voz aos mortos e esquecidos.

  2. Moisés Fróes
    Moisés Fróes

    De fato Luladrão: O ditador chinês sobre vc, comendo o seu CÚ.

    1. Inteligencia Artificial
      Inteligencia Artificial

      Cuidado para nao passar os limites, estamos em uma ditadura comunista e o Sr do nada podera terminar em uma JAULA.
      Injúria e difamação são crimes contra a honra, que afetam a reputação de uma pessoa na sociedade. A injúria atinge a honra subjetiva, ou seja, o sentimento de respeito pessoal, enquanto a difamação afeta a honra objetiva.
      A pena para injúria e difamação pode variar de acordo com a gravidade e as circunstâncias do crime. A injúria pode ser punida com multa ou prisão de até um ano. A difamação pode ser punida com multa ou prisão de até um ano, mas a pena pode aumentar para dois anos se for cometida em locais públicos ou por meio de um meio de comunicação social.
      Para provar um crime de injúria, difamação ou calúnia, é necessário um acervo documental que demonstre a ocorrência do fato. Esse acervo pode incluir: Boletim de ocorrência, Testemunhas que presenciaram o fato, Prints de conversas, Filmagens do ato ilícito.
      A vítima pode entrar com uma ação indenizatória para obter uma decisão judicial que lhe conceda uma indenização por danos morais e/ou materiais.

  3. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    O lula não tem a mínima noção da realidade, nunca foi um primor de inteligência e está desatualizado, além de senil. Elogiar e enaltecer a revolução chinesa para puxar o saco do Xi, como fez, é prova cabal dessas deficiências graves e incorrigíveis. O problema é que, com sua vontade de parecer um grande líder mundial, vai entregando o Brasil para os que considera seus amigos, tanto dentro quanto fora de nossas fronteiras. Viaja o tempo todo para fazer turismo e bobagens. Me espanta que ninguém se oponha a essas temeridades que ele pratica. Só se pode concluir que nenhuma instituição ou autoridade têm o mínimo de patriotismo e seriedade.

  4. O BELFORROXENSE
    O BELFORROXENSE

    … estão tão próximos, que os chineses estão penetrando no Ladrão-velho…Imagina na 🐔Canja, em todos os orifícios…

  5. Ricardo Villas
    Ricardo Villas

    Comunista dos infernos! Está jogando o Brasil no EIXO DO MAL.

  6. Julio José Pinto Eira Velha
    Julio José Pinto Eira Velha

    O cara com certeza aprimorou sua paixão pelo comunismo.

  7. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    O gatuno corrupto está entregando o país aos chinas que compram nosso riqueza minerais e nos vende um monte de porcaria que eles fazem incluindo esses carros vagabundos

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