Nesta quarta-feira, 17, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo Lula no Congresso Nacional, apresentou um voto pela rejeição do Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, que reduz as penas dos condenados pelo 8 de janeiro de 2023.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado analisa hoje a proposta.
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Em seu posicionamento, o líder do governo alegou que a proposição “suscita preocupações relevantes” ao criar o que chamou de “regime de favorecimento penal” voltado para pessoas e crimes específicos.
De acordo com o parecer, o texto atual abre margem para a aplicação de percentuais de progressão de pena mais benéficos para delitos realizados com violência, inclusive contra a dignidade sexual.
“No exame da constitucionalidade material, a proposição suscita preocupações relevantes”, afirmou Rodrigues. “O texto cria um regime de favorecimento penal dirigido a um conjunto específico de crimes e de pessoas, o que tensiona os princípios da isonomia, da proporcionalidade e da individualização da pena.”
Para o senador, não se trata de defender penas desproporcionais, mas, sim, de reconhecer o caráter “especialmente lesivo” de crimes contra o estado democrático de direito.
Pacheco defende alterar o PL da Dosimetria
Durante a sessão da CCJ que analisa o PL da Dosimetria, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) afirmou que se trata de uma “atualização importante” da lei que tipificou crimes contra o Estado Democrático de Direito, aprovada pelo Congresso Nacional em 2021.
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Apesar de defender a aprovação do projeto, Pacheco ressaltou a importância de alterações que limitem os efeitos da mudança às manifestações do 8 de janeiro. O senador mineiro afirmou que o texto aprovado pela Câmara, ao abrir margem para aplicação do benefício em outros casos, iria contra a intenção da própria Casa Legislativa.
Leia também: “Togas fora da lei”, reportagem publicada na Edição 245 da Revista Oeste






































Um governo que tem Lindbergh das quantas como líder na Câmara, e Rodolfo cruz credo como líder no Senado, tem que se suicidar.
O que diz esse “pralamentar” não se presta a comentar, apenas a lamentar. Isto, há anos. Foi esse bípede que inaugurou o procedimento de perder no plenário e ir lá no tapetão para ganhar. Pode-se dizer que ele foi o grande artífice do ativismo judicial dando ao STF a oportunidade de se manifestar em assuntos do Legislativo.