A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, acompanhará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na viagem à França para participar da cúpula do G7, encontro que reunirá os líderes das principais economias do mundo. O evento ocorrerá na cidade de Évian-les-Bains, na região da Alta Saboia.
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Assessores do governo afirmaram que Janja terá encontros com cônjuges de chefes de Estado presentes na reunião. Lula decidiu antecipar o embarque com vistas a manter a possibilidade de encontro bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Há a chance de Trump participar apenas da abertura da reunião, como fez no encontro do G7 realizado no Canadá no ano passado.
O casal embarcará na tarde de domingo, 14, conforme relata o Metrópoles. Durante o trajeto, a aeronave fará uma parada técnica em Cabo Verde para reabastecimento. Na França, Lula e Janja se hospedarão no Hotel Royal, resort de cinco estrelas onde também ficarão outros líderes estrangeiros.
Janja tem sido presença constante nas comitivas de Lula. Muitas vezes, ela viaja antecipadamente, em voos da Força Aérea Brasileira (FAB). O argumento, de acordo com a Advocacia-Geral da União é que ela vai em missão social e diplomática.
Há no entanto questionamentos a respeito das despesas com passagens, hospedagem, segurança e estrutura associadas à participação da primeira-dama. Em muitas destas viagens, de acordo com especialistas, Janja extrapola o papel institucional de primeira-dama, que não é um cargo público previsto na estrutura do Estado, faltando limites mais claros para sua atuação em agendas governamentais.
Janja costuma viajar antes de Lula
Em 2023, por exemplo, antes do início de missão de Lula pela Europa, Janja chegou, dias antes, a Madri, na Espanha, com o argumento de que realizaria visitas a órgãos do governo espanhol que atuam em políticas de combate à violência de gênero.
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Em várias ocasiões seguintes, ela esteve presente na comitiva ou viajou com antecedência. Em março de 2025, durante viagem à Ásia, Lula afirmou que Janja “não é clandestina” e “vai continuar fazendo o que ela gosta”, depois de ser questionado sobre críticas à ida antecipada dela ao Japão. “Ela vai continuar fazendo o que ela gosta, porque a mulher do presidente Lula não nasceu para ser dona de casa.”
Ela continuou, em viagens da FAB custeadas pelo Estado. Em maio de 2025, a primeira-dama desembarcou na Rússia, seis dias antes do presidente e dos demais integrantes da comitiva presidencial. Janja viajou no maior veículo da FAB, em um modelo KC-30, com capacidade para 238 passageiros.
Em setembro, dentro da chamada “equipe precursora”, grupo de servidores que viaja com antecedência para preparar as agendas do presidente, ela foi para Nova York, dias antes da viagem de Lula para a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. O argumento era o de que participaria de eventos como enviada especial para mulheres da COP30.






































Nada melhor que comemorar dia dos namorados em Paris! Só isso justifica antecipar a viagem!
Para a França ela vai, com certeza…