Durante uma operação da Polícia Federal (PF) realizada nesta quarta-feira, 11, o ocupante de um apartamento, em Balneário Camboriú (SC), jogou uma mala de dinheiro pela janela.
A ação policial faz parte da terceira fase da Operação Barco de Papel, que investiga possíveis fraudes envolvendo a RioPrevidência e o Banco Master.
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De acordo com a Polícia Federal, ao notar a chegada dos agentes para cumprir um mandado de busca e apreensão, um dos presentes no imóvel atirou a mala pela janela.
O vizinho colaborou com as autoridades, permitindo acesso ao local e ajudando a recolher as cédulas espalhadas próximas à parede.
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Recuperação do dinheiro e apreensões
A quantia em dinheiro foi totalmente recuperada durante a ação, que também resultou na apreensão de dois carros de luxo e de mais um celular.
Os policiais não divulgaram o nome do ocupante do apartamento, preservando detalhes sobre sua identidade.
Esta etapa, chamada de Barco de Papel, corresponde à terceira fase da operação, que apura suspeitas de ocultação de provas e tentativa de dificultar as investigações.
Os policiais cumpriram dois mandados de busca em endereços ligados aos suspeitos em Balneário Camboriú e Itapema.
Foco da investigação e desdobramentos
O inquérito investiga possíveis irregularidades na compra de letras financeiras emitidas pelo Banco Master, liquidado recentemente pelo Banco Central.
Segundo a apuração, a RioPrevidência teria investido aproximadamente R$ 970 milhões na instituição.
As autoridades seguem analisando o caso para identificar os responsáveis e eventuais crimes cometidos contra o sistema financeiro nacional.
Leia também: “Uma incógnita em meio ao caso Master”, artigo de Cristyan Costa e Sarah Peres, publicado na Edição 308 da Revista Oeste
A PF deflagrou a primeira etapa da operação em 23 de janeiro, quando os agentes detectaram os indícios iniciais de irregularidades nos aportes bilionários da RioPrevidência.
A investigação concentra-se na diretoria do fundo de pensão do Rio de Janeiro e em sua relação com executivos do Banco Master.
As autoridades buscam esclarecer por que o órgão previdenciário decidiu realizar investimentos de alto risco em uma instituição que já apresentava fragilidades estruturais, posteriormente confirmadas pela liquidação determinada pelo Banco Central.









































Ratos, abandonando o navio em naufrágio…..
SE É A PONTINHA DO ICEBERG IMAGINA O RESTO….
RATOS FUGINDO DO NINHO !