O deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP) se reúne com o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, na sede da legenda na tarde desta terça-feira, 30. O relator do Projeto de Lei (PL) da Anistia mudou a proposta original do texto — o perdão a presos do 8 de janeiro — para uma proposta de redução de pena aos condenados.
+ Os próximos passos do PL da Dosimetria na Câmara
Receba nossas atualizações
Desde a semana passada, Paulinho da Força tem se encontrado com integrantes dos partidos de direita, centro e esquerda para discutir o chamado PL da Dosimetria, novo nome da proposta, com o descarte da anistia pelo relator, indicado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Paulinho da Força falou rapidamente com a imprensa ao chegar à sede do Partido Liberal em Brasília, localizado no prédio Brasil 21, no centro da capital do aís. Ele confirmou a reunião com Valdemar e “outras pessoas”. O líder do Partido Liberal na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), participa do encontro.
O gesto de Paulinho da Força é visto como uma tentativa de alinhar expectativas e garantir que os parlamentares do Partido Liberal não obstruam a votação. Deputados da legenda já relataram a Oeste que pretendem apresentar destaques ou um substitutivo para manter a anistia aos presos do 8 de janeiro.
+ PL da Dosimetria: relator aposta em acordo entre Câmara e Senado
Antes, às 14h desta terça-feira, o relator recebeu centrais sindicais na liderança do Solidariedade. Mais tarde, às 16h, ele se reúne com o PSD e, às 18h, com o PCdoB. O objetivo, segundo aliados, é mostrar que o projeto não tem caráter partidário, mas busca dar uma solução jurídica e política ao impasse criado pelas condenações de 8 de janeiro.
De anistia a dosimetria
Indicado relator por Motta, Paulinho da Força tem o aval para uma redução de penas de ministros do Supremo Tribunal Federal. Contudo, ele ainda não conseguiu consenso tanto na Câmara quanto no Senado Federal.
Com o apoio de figuras como o ex-presidente Michel Temer (MDB) e o deputado Aécio Neves (PSDB), o relator reformulou a proposta para estabelecer um critério de dosimetria das penas, preservando o discurso de pacificação nacional, mas evitando confronto direto com a Corte.
Apesar disso, Paulinho tem afirmado nos bastidores da falta de garantias de que um eventual acordo construído na Câmara seja respeitado pelo Senado, lembrando o desgaste recente da Proposta de Emenda à Constituição das Prerrogativas.
A coluna No Ponto analisa e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio de sugestões de pautas e reportagens, entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail [email protected].







































Que a direita não caia na conversa de valdemorte, nada que vem desse senhor é confiável. Esse Paulinho, nem foi Jesus que o ressuscitou, foi o sistema. Então dreita. E-mails para seus representantes. NÃO ACEITAREMOS ESSE RESGATE DESCARADO DA ANISTIA. ANISTIA AMPLA. TOTAL. IRRESTRITA
Guerra para Independencia! Caciques de partidos sao apenas parasitas
Esse Paulinho da Força deveria passar uns tempos em cárcere para entender o que é pagar cadeia pelo que não fez.
Se os que já foram condenados, tivessem respondido por crimes individual, cada um réu pelo crime que praticou, eu até entenderia essa dosimetria, mas os condenados foram julgados no cópia e cola dos processos. Sendo assim ANISTIA TEM QUE SER GERAL E IRRESTRITA.
Só anestia ampla para todos os envolvidos.