A deputada federal Carol Toni (PL-SC) está próxima de trocar o Partido Liberal (PL) pelo Novo. Desde a semana passada, a parlamentar está dedicada a conversar com suas bases eleitorais para formalizar a troca de legenda.
Interlocutores do Novo dizem que o acordo está 99% apalavrado. A parlamentar assegurou que pretende sair do PL assim que acertar os trâmites burocráticos.
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A deputada vinha trabalhando havia meses com a expectativa de ser a candidata oficial do PL ao Senado em 2026, compromisso que havia sido assumido pelo governador do Estado, Jorginho Mello (PL). O acordo envolveria um pacto amplo: o PP lançaria Esperidião Amin novamente ao Senado e, em troca, apoiaria a candidatura à reeleição do governador catarinense.
Esse cenário desabou quando Bolsonaro decidiu lançar um dos filhos, o vereador carioca Carlos Bolsonaro, como pré-candidato ao Senado por Santa Catarina. A partir daí, o PL passou a priorizar Carlos. Assim, a candidatura de De Toni perdeu espaço, o que gerou impasse sobre sua permanência na sigla.
De Toni é uma das favoritas ao Senado
Pesquisas eleitorais mostram que De Toni disputará voto a voto com Amin e Carlos. Segundo um levantamento recente da Paraná Pesquisas, Carlos tem 22,2% da preferência dos eleitores catarinenses, seguido por De Toni, com 19,9%, Décio Lima, do PT, com 17,2%, e Amin, com 14,5%.
Com o rompimento definitivo, De Toni entrou na fase final de negociações para se filiar ao Novo. A legenda ofereceu autonomia total para a candidatura ao Senado, ausência de conflitos internos e espaço para atrair o voto conservador, especialmente depois das manifestações de apoio de figuras como Michelle Bolsonaro. O entendimento entre aliados é que o bolsonarismo tende a apoiá-la mesmo fora do PL.
A decisão de De Toni põe fim ao dilema do governador Jorginho Mello. Ele tentava evitar a ruptura com o PP e, ao mesmo tempo, agradar Bolsonaro. Agora, perde uma das principais lideranças femininas do PL, enfrenta desgaste interno por ter recuado do acordo e corre o risco de rachar a base governista.
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Aos quase 80 anos, ainda em gozo – o que me restou – de faculdades mentais, ouso dar meus pitacos em algumas coisas, sabendo que nada mudará, mas prevalecendo a idade pode ser que alguém leia e entenda.
Coisa feia essa de Santa Catarina: um carioca da gema, raiz, sai do seu estado e finge ser do outro; ganha residência lá, talvez até comece a tomar chimarrão e falar gauches…, mas não convence. Pior, o que pode demonstrar para seus possíveis eleitores de projetos e ganhos para o povo que até antes atendia e mereça voto agora dos que agora que pretende. Desconheço…
Vira um enorme problema, pois esse “fake” cidadão catarinense apenas quer garantir uma candidatura a um posto, no legislativo o mais alto: Senador!
Aliados discutem, planejam rifar nomes para atender ou tirar algum proveito, sem dar ao eleitorado um motivo lógico; buscam apenas seus próprios interesses… como sempre. Ora, senador deve representar seu estado, ser proveniente de lá para conhecer as necessidades do povo que nele votar; é o mínimo que se pode esperar. Falta de nomes no estado, daí a necessidade de importar alguém de fora? Não, existem candidatos e candidatas; Carol do Toni, por exemplo é a melhor opção para ser representante local.
Aliás, razão do meu pitaco. Mas, em nome de não sei o que (bastidores falam em tanta coisa), resolvem que ela deve outra coisa, menos empecilho para o cidadão alienígena. Será que apenas ter um sobrenome é razão de tamanha celeuma?
Gosto, voto e considero muito o ex-presidente, que foi e é a cada momento colocado em situações absurdas juridicamente. Poderia até entender seu empenho – ou dos que circulam a sua volta – mas, certos momentos exigem reflexão. Precisa ter toda a família em cargos políticos? Quando se veem os motivos – proteção contra o uso arbitrário da justiça – penso que poderiam existir outros meios; não sacrificar uma excelente candidata, quando se busca apenas imunidade familiar. Acho que não… sua biografia seria melhor se não fosse algo assim…Mas, é apenas isso: meu pitaco…. inté!
Torcendo para Carol ser eleita senadora por SC. Sou de direita, não sou bolsonarista. Carol vai representar muito bem o seu estado.
Que bom que não desistiu e não baixou a cabeça pra nova oligarquia que esta se formando no país, o Carlos podia concorrer pelo RJ, Goias, ou ES mas nao, ele quer um Estado mais rico e com melhor IDH que os demais, bobos a familia não é, bobos sao o povo de SC com tanto politico mais conservador que os Bolsonaro votando neles apenas por fanatismo, quando o renan matar alguem atropelado por bebedeira ou estuprar ou bater em mulher ninguem vai poder fazer nada pq a familia vai ter tanto poder q vao proteger, assim como o filho do lula é protegido mesmo com videos da agressao a namorada e o padre lancelote masturbando pra criancas e adolescentes
Joguinho vaselina deu um tiro no pé.
Jorginho
Perfeito vai para o Novo, talvez lá dêem o devido valor, já que perdeu espaço no seu estado por interferência de um candidato que nem é da região. Com certeza vai ser eleita.😜😜😜