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PF não indicia suspeito por ameaças contra membros da Anvisa

Delegado decidiu não indiciar o homem que teria ameaçado os membros da agência sanitária

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A prisão da controladora de voo foi realizada em Corumbá, Mato Grosso do Sul | Foto: Reprodução/Mídias sociais

A Polícia Federal (PF) concluiu o inquérito sobre as supostas ameaças feitas contra servidores e diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A investigação foi aberta na quarta-feira 15, um dia antes de a Anvisa ter autorizado a vacinação contra a covid-19 de crianças de 5 a 11 anos. Havia indícios de que as ameaças tenham se intensificado depois dessa decisão do órgão.

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Segundo a conclusão da investigação, houve, de fato, ameaças a integrantes da agência. “Restou claro que o ‘estabelecimento’ prolatado […] seria mais que uma ameaça, mas uma certeza de que o mal injusto e grave ocorreria”, diz a PF.

No entanto, o delegado Tarcísio Júnior Moreira decidiu não indiciar o homem que teria ameaçado os membros da Anvisa, por entender que se trata de um crime de menor potencial ofensivo. O relatório da investigação foi encaminhado à Justiça Federal do Distrito Federal “para tomada das medidas que melhor convierem à Justiça”. Caberá ao Ministério Público Federal (MPF) denunciar ou não o investigado.

As ameaças

No domingo 19, a Anvisa pediu a investigação das supostas ameaças, em ofícios encaminhados ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, ao Ministério da Justiça, à Procuradoria-Geral da República (PGR), à própria PF e à Superintendência da PF no Distrito Federal.

Nos documentos, os diretores da Anvisa afirmam que foram “surpreendidos com publicações nas mídias sociais na internet de ameaças, intimidações e ofensas por conta da referida decisão técnica”.

“Esses fatos aumentaram a preocupação e o receio dos diretores e servidores quanto à sua integridade física e à de suas famílias e geraram evidente apreensão de que atos de violência possam ocorrer a qualquer momento”, diz a agência.

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7 comentários
  1. liberlive
    liberlive

    História mal contada! Ai tem… possivelmente não era um da “extrema direita “? …

  2. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    Daqui a pouco algum senador vai dizer que determinada reportagem ‘apurou’ que o suspeito alguma vez confidenciou que já votou no Bolsonaro e vai entrar com alguma queixa no Supremo, que dará 48 horas para o presidente se explicar.

  3. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Deixando essas viadagens de lado, eu só quero saber é se esse “almirante-de-lago Paranoá e de gabinete, esse almofadinha aí se responsabilizará por efeitos adversos dessas vacinas nessas crianças. Enfim, terá algum responsável civil por isso daí? É só isso que eu quero saber, de resto, essa viadagens deixa para esse almirante aí, fazer suas aparições ao público. Pendura uma melancia no pescoço, imbecil!

  4. Rosa Lucia Leme Abicair
    Rosa Lucia Leme Abicair

    Medo de quê? Se tem tanta certeza que fizeram a coisa certa, não tem nada a temer. Mas têm essa certeza??? Fica a questão…

  5. Ricardo Contieri
    Ricardo Contieri

    99,97 % das crianças se curam numa boa, é uma vergonha essa gente que não sabe uma simplrs regra de 3 e cálculo percentual ficar vomitando asneiras sobre obrigatoriedade de “picadas” !

  6. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    Então o mi-mi-mi gravissimo se confirmou. O homem “ameaçou” o Barra Torres, dizendo que Deus iria castigar os diretores, caso aprovassem a vacinação nas crianças. Agora esse homem estará nas mãos do STF para que seja esquartejado em praça pública e seus restos sejam jogados de helicóptero no lixão de Brasília. Bolsonaro será interrogado porque estão desconfiados que ele mandou o homem falar que Deus iria castigar o Barra Torres. Kkkkk. O Brasil tem cada uma. Esse Barra Torres nunca me enganou.

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