O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos (Cenipa), órgão vinculado à Força Aérea Brasileira (FAB), vai investigar o acidente que matou a cantora Marília Mendonça, de 26 anos, na tarde desta sexta-feira, 5. Inicialmente, os profissionais devem identificar indícios, fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise e ouvir relatos de testemunhas.
“O objetivo das investigações realizadas pelo Cenipa é prevenir que novos acidentes com características semelhantes ocorram”, explicou em nota a FAB. “A conclusão das investigações terá o menor prazo possível, dependendo sempre da complexidade de cada ocorrência e, ainda, da necessidade de descobrir os fatores contribuintes.”
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Acidente
Marília e outras quatro pessoas morreram depois que o avião em que estavam caiu numa área perto de uma cachoeira na Serra de Caratinga, no interior de Minas Gerais. Pouco antes do acidente, um vídeo em que a artista aparece entrando na aeronave foi publicado nas redes sociais. Na agenda oficial da cantora, estava previsto um show para as 21 horas desta sexta-feira no Parque de Exposições de Caratinga, que fica a 300 quilômetros de Belo Horizonte.
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Legado
A compositora, natural de Cristianópolis, no interior de Goiás, era considerada um fenômeno do estilo sertanejo conhecido como “sofrência”. Marília deixa um filho de quase 2 anos. Ela tinha 36 milhões de seguidores no Instagram e 22 milhões de inscritos em seu canal no YouTube.
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