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O Governo de São Paulo estabeleceu um teto de R$ 64 bilhões em repasses orçamentários para universidades estaduais até dezembro, um aumento de 28,9% em relação ao ciclo anterior. Os recursos cobrem despesas da USP, Unicamp e Unesp, incluindo salários, reformas e bolsas. A Fapesp investiu R$ 5 bilhões em bolsas e projetos de pesquisa nos últimos três anos. O estado lidera o mercado de inovação, concentrando 31% das startups do Brasil e atraindo investimentos significativos, incluindo uma parceria com a BlackRock.
O Governo de São Paulo definiu o teto de R$ 64 bilhões em repasses orçamentários para o conjunto de universidades estaduais no acumulado de quatro anos, com encerramento em dezembro. O montante representa um salto de 28,9% sobre o ciclo anterior, quando o Palácio dos Bandeirantes destinou R$ 49,9 bilhões para o setor. A verba garante o custeio da Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e Universidade Estadual Paulista (Unesp).
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A contabilidade oficial do Estado inclui no pacote os gastos com as folhas de pagamento de professores, reformas de prédios, despesas correntes de manutenção e bolsas de estudos. No setor científico, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) liberou R$ 5 bilhões em bolsas e fomento nos últimos três anos. O órgão estadual assinou 30,2 mil contratos de auxílio estudantil e financiou 7,8 mil projetos de pesquisa.
Estado lidera mercado de tecnologia e atrai a BlackRock
Os investimentos estaduais consolidam a liderança paulista no mercado de inovação e tecnologia do país. O território paulista abriga atualmente 31% de todas as startups em funcionamento no Brasil e sedia 12 das 22 empresas bilionárias do mercado nacional, conhecidas como unicórnios. O ecossistema de negócios de São Paulo capta sozinho 83% de todo o capital de risco internacional movimentado no mercado brasileiro.
A agência de promoção de negócios paulista, InvestSP, encerrou o balanço do ano passado com 130 grandes projetos privados concluídos, uma expansão de 62% sobre o período anterior. O principal destaque da carteira de negócios do órgão estadual envolve uma cooperação direta com a Financial Markets Advisory, braço técnico da gestora americana BlackRock. A aliança tenta transformar a capital paulista no polo principal de infraestrutura digital da América Latina.
Cidades do interior recebem verba para modernização
A Secretaria de Ciência e Tecnologia ampliou também a rede do Sistema Paulista de Ambientes de Inovação (SPAI). O programa saltou de 41 para 101 polos credenciados e recebeu R$ 32,5 milhões para financiar aceleradoras de negócios, incubadoras e parques tecnológicos regionais. O Executivo também trabalha na montagem do Distrito de Inovação de São Paulo para integrar laboratórios acadêmicos e indústrias privadas.
Os municípios do interior recebem suporte financeiro por meio do Programa de Apoio Tecnológico aos Municípios (PATEM). O comitê gestor já transferiu R$ 4,1 milhões para prefeituras de cidades como Araraquara, Barra Bonita, Cajati e Garça por meio de 13 convênios ativos. O plano estadual opera em conjunto com o projeto Cidades Inteligentes SP 360 para informatizar os serviços de atendimento e a gestão de dados das prefeituras.
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NÃO BASTA BOTAR DINHEIRO PRA DENTRO….O GERENCIAMENTO DESSA UNIVERSIDADES ESTÁ ABAIXO DA CRÍTICA !
ESTÃO TOTALMENTE INFESTADAS DE ATIVISTAS POLÍTICOS !
O OBJETIVO DE FORMAÇÃO CULTURAL FOI TOTALMENTE DESVIRTUADO !