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Política

STF retoma julgamento sobre limites ao uso de redes sociais por juízes

Conforme estabeleceu o presidente da Corte, Edson Fachin, nesta segunda-feira, 12, análise está agendada para o próximo dia 4

Fachada do STF - cna - ongs
Fachada do STF | Foto: Reprodução/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) se prepara para analisar, em plenário, uma ação que discute limites impostos ao uso de redes sociais por juízes. Conforme estabeleceu o presidente da Corte, Edson Fachin, nesta segunda-feira, 12, o início do julgamento está agendado para o próximo dia 4 de fevereiro.

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O debate envolve uma norma adotada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2019, alvo de questionamento por associações de magistrados. Elas argumentam que as restrições comprometem direitos essenciais, como a liberdade de expressão.

Votação no STF e mudanças no plenário

Ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, na sessão plenária do STF (17/12/2025) | Foto: Rosinei Coutinho/STF

Quando o caso foi submetido ao plenário virtual em 2022, o relator Alexandre de Moraes, além dos ministros Edson Fachin, Dias Toffoli e Rosa Weber, votaram favoráveis à manutenção das regras. Porém, o ministro Nunes Marques interrompeu a análise e determinou a ida do processo ao plenário presencial. O fato faz com que o julgamento seja reiniciado.

A aposentadoria da ministra Rosa Weber garante a permanência de seu voto. Enquanto isso, Flávio Dino, que a sucedeu, não participará da decisão. Dessa forma, o julgamento já começa com um voto desfavorável ao pleito das entidades da magistratura.

No processo, as associações afirmam que as determinações do CNJ são excessivamente rigorosas, abrangendo até mesmo comunicações privadas dos juízes, como mensagens no WhatsApp.

Leia também: “O homem que sempre dobra a aposta”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 304 da Revista Oeste

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2 comentários
  1. Marco Polo Gerard Bondim
    Marco Polo Gerard Bondim

    Os cursos de Direito no Brasil passaram a dar ênfase na Teoria Crítica do Direito, criada na década de 70 com base no pensamento crítico da Escola de Frankfurt, uma nova visão sobre o Direito que o faz uma perna da Sociologia, perna essa executora da “justiça social”.
    Ora, levar o juiz às ruas é tudo que a máfia do Direito atualmente em hegemonia no Brasil não quer!

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