Levantamento da AtlasIntel em parceria com a Bloomberg divulgado nesta quinta-feira, 26, mostra que 47% dos brasileiros acreditam que o Supremo Tribunal Federal (STF) está “totalmente envolvido” no caso do Banco Master.
Outros 10% avaliam que o STF está “muito envolvido”. O estudo ainda diz que 12% consideram o tribunal “algo envolvido” e 13% veem “pouco envolvimento”. O porcentual dos que não identificam nenhuma conexão do Supremo com o caso soma 10% dos entrevistados.
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A pesquisa também mensurou a avaliação sobre outras instituições. Para 45% dos entrevistados, o Congresso Nacional está “totalmente envolvido” no caso.
No governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, esse índice atinge 43%. Os dados mostram patamar próximo entre as duas esferas.

Em relação ao Banco Central, 28% apontam “total envolvimento”. Outros 25% atribuem o mesmo nível aos governos estaduais e municipais.
O levantamento ouviu 5 mil pessoas de 18 a 23 de março. A margem de erro é de 1 ponto porcentual, para mais ou para menos. O índice de confiança da pesquisa é de 95%.
Minuta do TCU previa suspensão de decisões do BC
Entre os 12 mil documentos extraídos do celular de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, foi encontrada uma minuta de despacho do Tribunal de Contas da União (TCU).
O texto previa a suspensão de decisões do Banco Central sobre o Master. As informações foram publicadas pelo jornal O Globo. Existem duas versões do arquivo, criadas em 29 de agosto de 2025, às 9h24 e às 12h47.
A minuta determinava que o Banco Central suspendesse “toda e qualquer decisão” sobre a instituição. O documento também previa a oitiva de técnicos da autoridade monetária. O arquivo não tem assinatura nem identificação de autoria. Não há indicação sobre quem produziu o conteúdo.
Na época, o processo já tramitava no TCU. O caso estava sob relatoria do ministro Jhonatan de Jesus. Ele decidiu suspender a apuração sobre a atuação do Banco Central na liquidação extrajudicial do Master.
O ministro também rejeitou pedido do Ministério Público no TCU para apurar possíveis omissões da autoridade monetária.





































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