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Política

Polícia Federal já analisa provas do caso Master

Peritos tentam minimizar impactos das interferências do STF

O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A Polícia Federal (PF) informou nesta segunda-feira, 26, que seus peritos já acessaram parte das provas recolhidas na segunda fase da operação que investiga irregularidades que envolvem o Banco Master. Em entrevista à imprensa, o diretor-geral da instituição, Andrei Rodrigues, afirmou que o procedimento ocorre de maneira contínua e dentro do cronograma previsto. 

O comando da PF acrescentou que os ajustes que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou não comprometeram o avanço das investigações. De acordo com Rodrigues, a PF extraiu dados e os preservou conforme os critérios técnicos. Além disso, a PF explicou que o fluxo de análise permanece estável, mesmo depois de mudanças momentâneas na guarda do material. 

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Polícia Federal: provas e perícia técnica

O órgão considera que o conjunto de evidências vai permitir aprofundar a apuração dos possíveis crimes financeiros em avaliação. A equipe de peritos trabalha com documentos, registros eletrônicos e contratos colhidos nas etapas anteriores da operação. 

O material inclui informações sobre transações financeiras, decisões de diretoria e comunicações internas sobre a atuação do Banco Master. Os analistas explicaram que a organização das bases de dados facilita a triagem do conteúdo e acelera a identificação dos pontos mais sensíveis. 

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Ao mesmo tempo em que apura o material, a PF mantém interlocução com o Supremo para dar seguimento às medidas autorizadas pelo relator do caso, o ministro Dias Toffoli. A corporação sustenta que cumpre todas as determinações judiciais e que, mesmo com a necessidade de ajustes formais, preservou o ritmo das atividades de perícia.

A PF começou da mesma forma a realizar a oitiva de investigados ligados ao Banco Master e ao Banco de Brasília. Os depoimentos ocorrem de forma presencial e por videoconferência, conforme agenda definida pelo Supremo. A corporação entende que os relatos dos executivos ajudarão a confrontar versões e a consolidar o cenário dos fatos.

A Operação Compliance Zero apura suspeitas de gestão fraudulenta, manipulação de mercado e lavagem de dinheiro. A PF trabalha com a hipótese de que executivos tenham estruturado um esquema para beneficiar operações de crédito específicas. A análise das provas deve orientar os próximos pedidos de diligência e consolidar a linha final do relatório.

+ Leia também: “Os poderes apodrecem na praça”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 306 da Revista Oeste

5 comentários
  1. WILLIAM S.
    WILLIAM S.

    23:59 Polícia Federal analisa provas do caso Master.
    00:00 Polícia Federal considera as provas insuficientes.

  2. Edson Csuraji
    Edson Csuraji

    Olha a cara do sujeito. Dá para acreditar em isenção?

  3. Antonio Carlos Cavalieri DOro
    Antonio Carlos Cavalieri DOro

    Será que nada foi comprometido?
    E os 130 milhões serão investigados????
    Nada muda…

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