A Polícia Federal (PF) identificou encontros e conversas entre o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro e o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, antes de investimentos feitos pelo Rioprevidência na instituição financeira.
Segundo a investigação, a relação entre os dois viabilizou repasses de cerca de R$ 3 bilhões ao banco. A PF menciona um “almanaque de irregularidades” nas operações realizadas pelo fundo responsável pelo pagamento de aposentadorias e pensões de servidores estaduais.
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Os documentos mostram que Vorcaro convidou Castro, em maio de 2024, para uma degustação exclusiva de uísque em Nova York. De acordo com a corporação, o evento reuniu apenas dez pessoas e custou US$ 1,013 milhão, valor superior a R$ 5 milhões na cotação atual.

A investigação informa que, no dia seguinte ao encontro, o Rioprevidência realizou um aporte de R$ 80 milhões em Letras Financeiras do Banco Master. Os investigadores também identificaram outros investimentos de R$ 80 milhões e R$ 70 milhões na sequência.
Polícia Federal relata reuniões e novos aportes
A corporação também cita um jantar entre Castro e Vorcaro em Nova York, em maio de 2023. Segundo os investigadores, a conta do restaurante ultrapassou US$ 13 mil e teria sido paga pelo empresário.
Os primeiros aportes do Rioprevidência no Banco Master ocorreram seis meses depois. Inicialmente, o fundo investiu R$ 40 milhões. Dias depois, houve novo aporte superior a R$ 80 milhões.
A investigação ainda relata reuniões realizadas no Palácio Laranjeiras e no Palácio Guanabara. Segundo a PF, os investimentos continuaram mesmo depois de alertas sobre o aumento do risco do Banco Master.
A defesa de Cláudio Castro negou a existência de “relação pessoal indevida” com Vorcaro. O Banco Master afirmou que todas as operações seguiram critérios técnicos e legais.
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Mais um “crente” do RABO QUENTE
Esses advogados de Castro devem ser presos, como o cara pega 3 bilhões da aposentadoria dos e entrega a Vorcaro. Esses advogados que defendem um sujeito desse devem perder o titulo. O Castro deve ser acompanhado por alguém da defensoria pra tentar o mínimo possível de castigo dentro da lei, se é que existe lei nesse país