O Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido Socialismo e Liberdade (Psol) e o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) acusaram o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, de promover de “violência simbólica” a familiares dos mortos na megaoperação policial de 28 de outubro. As siglas também acusaram o Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar de “intimidar” parentes dos criminosos às portas do Instituto Médico-Legal (IML) no dia seguinte à ação.
As manifestações foram apresentadas no âmbito da ADPF das Favelas, relatada no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo ministro Alexandre de Moraes. “Não sendo suficiente a brutal violação dos direitos humanos já ocorrida dentro das comunidades pelas forças policiais, a violência simbólica contra as famílias das vítimas desse massacre continua a ser perpetrada, com a imposição de medidas que visam dificultar o acesso aos corpos de seus parentes assassinados”, afirmaram os partidos.
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No documento, revelado pelo portal Metrópoles nesta quarta-feira, 12, as legendas dizem ainda que o Bope teria sido desrespeitoso aos familiares que aguardavam no IML. O texto, escrito pelos advogados Angelo Longo Ferraro, Miguel Filipi Pimentel Novaes, Raphael Sodré Cittadino, Bruna de Freitas do Amaral e Paulo Machado Guimarães, afirma que o batalhão promoveu “um cortejo em forma de menosprezo à dor daqueles que aguardavam para ter acesso aos seus filhos, maridos e pais mortos por esses mesmos policiais”.

A pedido da esquerda, Moraes suspende inquérito sobre megaoperação
Na semana passada, Alexandre de Moraes atendeu aos pedidos das legendas e de organizações de direitos humanos, determinando medidas ao governo do Rio, ao Tribunal de Justiça estadual e ao Ministério Público do Estado. Nesta quarta-feira, Cláudio Castro participou de uma sessão solene no Congresso Nacional que homenageou a megaoperação e defendeu o enquadramento das facções criminosas como terroristas.
Entre as determinações de Moraes estão a preservação de todas as imagens das câmeras corporais dos policiais civis e militares, o envio de laudos necroscópicos dos corpos e a apresentação de relatórios de inteligência policial que fundamentaram a operação. Nesta terça-feira, 11, Castro pediu a Moraes mais cinco dias de prazo para cumprir as exigências judiciais.

Além disso, o ministro do STF determinou ao Conselho Nacional do Ministério Público a suspensão de uma medida que visava facilitar a atuação do Ministério Público Federal no caso. Moraes suspendeu ainda o inquérito policial conduzido pela 22ª Delegacia de Polícia do Rio.
A investigação apurava a responsabilidade de moradores das favelas do Alemão e Penha, onde a operação aconteceu, que retiraram os corpos da mata no dia seguinte ao conflito e os levaram para uma praça na Penha. Ao remover os corpos, os moradores impossibilitaram o trabalho de perícia no local.
+ Leia também: “Insegurança Nacional“, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 295 da Revista Oeste





































Revoltante a forma com que o PT e o PSOL defendem bandidos, ladrões e terroristas. Agora, o pior é ver o STF apoiar essa bandidagem toda. Aí é revoltante mesmo
A aprovação popular referente ao combate ao narcoterrorismo no Rio de Janeiro pelos moradores dos complexos fez com que o terrorista Alexandre de Moraes anulace o processo. É o cidadão mostrando sua força.
Nosferatu vai pro inferno antes do que pensa