O ex-prefeito de Marília (SP) José Ticiano Dias Toffoli (PT) acumula ações judiciais e decisões administrativas relacionadas à sua atuação no comando da prefeitura do município paulista. O histórico inclui condenação por obra pública, questionamentos sobre uso de verbas vinculadas e rejeição de contas. As informações foram apuradas pelo jornal Folha de S.Paulo. Ticiano é um dos irmãos do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).
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Recentemente, vieram à tona conexões indiretas de familiares do ministro com fundos de investimento associados ao Banco Master. Segundo a Folha, dois irmãos de Dias Toffoli e um primo participaram de estruturas societárias ligadas a fundos que receberam aportes de veículos citados pelo Banco Central em apurações sobre fraudes. No entanto, nenhum desses fundos é alvo direto de investigação.
Dias Toffoli atua como relator do caso no STF. O ministro concentrou a investigação na Corte e determinou sigilo, sob o argumento de que um dos citados, o deputado João Carlos Bacelar (PL-BA), tem foro por prerrogativa de função.
Condenação do irmão de Toffoli por contrato
Em setembro de 2025, a Justiça condenou Ticiano a devolver R$ 180 mil aos cofres públicos por irregularidades na contratação de serviços de recapeamento asfáltico. A decisão apontou preços acima dos valores de mercado. O juiz Walmir dos Santos Cruz também responsabilizou o ex-prefeito Mário Bulgareli, um ex-secretário municipal e a empresa contratada.
Ao jornal, a defesa de Ticiano afirmou que o processo não chegou ao fim e declarou que ele foi absolvido em outras ações. Bulgareli optou por não comentar. Para ambos, ainda cabe recurso.
Outro episódio envolveu o uso de R$ 28 milhões em recursos vinculados à saúde e à educação para custear despesas gerais da prefeitura. A verba tinha destinação específica. Em primeira instância, Ticiano e Bulgareli receberam condenação criminal, com pena convertida em multa.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) reformou essa decisão em fevereiro do ano passado. O relator, ministro Saldanha Palheiros, concluiu que a acusação não comprovou intenção de causar prejuízo ao Erário e reconheceu a prescrição. O Ministério Público Federal (MPF) também tentou cobrar os valores na esfera cível, sem sucesso.
No campo administrativo, o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP) rejeitou as contas da prefeitura referentes a 2012. O parecer apontou déficits e resultado financeiro negativo. A Câmara Municipal confirmou a decisão, que encerrou a análise das contas do exercício.
Ticiano assumiu a Prefeitura de Marília em março de 2012, como vice, que herdou o cargo depois da renúncia de Bulgareli, e permaneceu no posto até dezembro do mesmo ano.
Leia mais: “Órgão criado por Jorge Messias já atuou em mais de 100 casos de fake news“




































Agora vem a perseguição da imprensa . Ninguém sabia???
Saldanha, os suspeitos são irmãos do suspeito José Dias Master Toffoli Vorcaro, meliante do STF.
Que família heim ?
Como referêbcia : ZERO…!
A familia Toffoli agora virou protagonista do novo escandalo que vai sendo desvendado no pais, após o mensalão e o petrolão.
Chegou a vez do TOFFOLÃO