O presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou por não comparecer à Marcha para Jesus em São Paulo pelo quarto ano consecutivo. O petista encerra o seu terceiro mandato sem jamais ter pisado no evento evangélico. A Oeste apurou que o mandatário enviou o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, como seu representante oficial, mas não apresentou nenhuma justificativa ou motivo para a sua ausência.
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A indicação de Messias para representar o presidente no evento desta quinta-feira, 4, carrega simbolismo político. Esta é a primeira vez que o chefe da AGU vai a um evento público depois de sofrer uma derrota histórica no Senado Federal, onde teve a sua indicação para o Supremo Tribunal Federal (STF) barrada pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre. O Planalto avalia reenviar o nome do ministro à Corte, mas a estratégia gera debates jurídicos e políticos nos bastidores.
André Mendonça defende liberdade total de imprensa
Jorge Messias mantém simpatia no meio evangélico por frequentar a Igreja Batista desde a infância e por ter recebido o apoio de bispos na tentativa de ingressar no STF. Sua entrada na Corte foi defendida pelo ministro André Mendonça, indicado ao tribunal pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e apelidado de “terrivelmente evangélico”. Presente na Marcha desta quinta-feira, 4, Mendonça conversou com a reportagem da Oeste.
O magistrado adotou um tom espiritual e evitou polêmicas logo que interpelado sobre a abertura do sigilo de investigações em curso no STF. O ministro declarou que o dia era reservado para “louvar a Deus”, além de registrar a sua admiração pelo trabalho dos jornalistas. Questionado sobre o papel dos veículos de comunicação, Mendonça foi categórico ao afirmar que uma sociedade democrática e livre demanda liberdade total de imprensa.
Pesquisa consolida rejeição a Lula no meio evangélico
A ausência de Lula reflete a distância entre o petista e os evangélicos, grupo que representa 26,9% da população brasileira e segue em crescimento. As pesquisas de intenção de voto indicam o isolamento do governo federal neste nicho. Levantamento do instituto Meio/Ideia, registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02918/2026 entre os dias 23 e 27 de maio, mostra a consolidação da rejeição ao atual presidente.
Em um eventual cenário de segundo turno balizado pelo voto evangélico, o senador Flávio Bolsonaro (PL) lidera com 66,6% das intenções de voto, com oscilação positiva frente aos 65,8% anteriores. Lula registra 22,9%, em viés de queda comparado aos 24,2% anteriores. A multidão que lotou os 3,5 quilômetros de caminhada na capital paulista confirmou que o terreno permanece hostil à esquerda.
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Além de todas as mazelas, o ogro de nove dedos é um covarde!!! Receberia um vaia histórica!!!
Nenhuma surpresa, sobre o comportamento deste insolente ser.
Quem o representa, é a pessoa indicada, Bessias, o asno, de recados……
Se fosse lgbtihjklm…esse ladrão iria. E tem católico que vota nesse comunista vermelho, adorador do diabo. Quem vota nesse terrorista/ traficante não é católico..