publicidade
Política

Governo e líderes se articulam para aprovar nova Lei do Gás sem mudanças

Texto atual pode trazer US$ 31 bilhões de investimentos anuais até 2030 ao Brasil e baratear o custo da energia elétrica. Mas há quem queira alterar a nova Lei do Gás, por considerar muito liberal e de difícil aprovação

paulo ganime - nova lei do gás
Líder do Novo na Câmara, Paulo Ganime (RJ) Foto: Novo/Divulgação

Texto atual pode trazer US$ 31 bilhões de investimentos anuais até 2030 ao Brasil e baratear o custo da energia elétrica. Mas há quem queira alterar a nova Lei do Gás, por considerar muito liberal e de difícil aprovação

paulo ganime - nova lei do gás
Líder do Novo na Câmara, Paulo Ganime (RJ) defender aprovar a redação sem mudanças | Foto: Novo/Divulgação

Mesmo diante das e o investimento potencial que a aprovação da nova Lei do Gás pode trazer ao Brasil, há atores políticos que trabalham para alterar o texto em tramitação na Câmara. Entre essas pessoas, segundo apurou Oeste, está o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que considera muito liberal e de difícil aprovação.

Receba nossas atualizações

A intenção do governo e de alguns líderes partidários, contudo, é de aprovar o Projeto de Lei (PL) 6407/2013, a nova Lei do Gás, sem alterações. Uma intensa articulação se iniciou nos bastidores para apoiar o relator da matéria, deputado Laércio Oliveira (PP-SE), que, nos bastidores, defende apresentar um parecer sem mudanças.

O deputado quer manter o relatório aprovado na Comissão de Minas e Energia da Câmara, em outubro do ano passado. Para governo e lideranças, é o melhor caminho a ser percorrido para se abrir o mercado de gás natural no Brasil. O deputado Paulo Ganime (Novo-RJ), líder do partido na Casa, apoia a aprovação do texto sem alterações.

Ideal

A redação, agora em mãos de Oliveira, está madura e tecnicamente ideal, avalia Ganime. “É um texto que, inclusive, poderia ser até mais agressivo do ponto de vista liberal. Mas é uma matéria que avança muito em todos os sentidos. Não tem argumento técnico para se agredir esse texto”, analisa.

Uma mudança ao texto atenderia a interesses políticos e, principalmente, setoriais, pondera Ganime. “E não podemos deixar que isso ocorra, que os interesses de alguns empresários e governos prejudiquem uma matéria que é tão importante para o Brasil”, sustenta. Ele ressalta que não é um texto construído de última hora, por um deputado. “Todos os atores do mercado e do governo foram ouvidos na discussão na Comissão de Minas e Energia”, acrescenta.

Leia mais sobre:

4 comentários
  1. Daniel
    Daniel

    Articulação com a parte aproveitável do centrão está dando resultado! Pra frente Brasil!

  2. Fabricio
    Fabricio

    Ainda teremos mais 6 meses de Nhonho na presidência da câmara. Mas vai passar.

  3. Sandro Luis Batista Soares
    Sandro Luis Batista Soares

    Se o Botafogo não aprova, então é bom para o país a lei do gás.

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.