A recente decisão do Banco Central (BC) de manter a taxa básica de juros repercutiu negativamente entre integrantes do governo Lula, especialmente na avaliação da ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.
Ela demonstrou insatisfação com o comportamento do diretor Gabriel Galípolo, que, em sua opinião, não atendeu às expectativas de redução do juro. Gleisi tem criticado Galípolo publicamente desde o início da sua gestão como presidente do BC.
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Para Gleisi Hoffmann, Galípolo “deixou a desejar”, por não ter considerado os indicadores econômicos do governo para reduzir a taxa de juros.
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Segundo a ministra, a economia do país apresenta crescimento, geração de empregos e inflação sob controle.
“Nada justifica os juros de quase 10% real”, afirmou Gleisi ao jornal O Estado de S. Paulo (Estadão). “É um absurdo, não tem paralelo no mundo.”
A ministra ainda criticou o fato de o Banco Central adotar uma postura que, para ela, é mais restritiva do que a necessária diante do cenário atual.
Gleisi também culpa Campos Neto por juros
Gleisi também atribuiu parte da responsabilidade ao ex-presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, revelando que ele teria deixado uma “cama de gato” para Galípolo, ao firmar um discurso alinhado com o mercado e contratar juros elevados para o período seguinte.
Para a ministra, o Banco Central age sob pressão do mercado, e ela quer que haja debate para contrabalançar essa influência.
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Na entrevista, Gleisi também abordou temas de segurança pública, citando a importância do trabalho integrado entre União e Estados.
Ela elogiou a Operação Carbono Oculto, que envolveu órgãos como a Polícia, a Receita Federal e o Coaf no combate ao crime financeiro do tráfico, e defendeu a necessidade de institucionalizar essa integração através da polêmica PEC da Segurança.
Pautas econômicas e relação com o Congresso
No campo econômico, a ministra ressaltou a aprovação do projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil, aprovado pelo Senado na quarta-feira 5.
Ela classificou a votação como “excelente” e destacou o consenso alcançado entre os parlamentares, sem votos contrários.
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Gleisi ainda comentou a relação com o Congresso, avaliando que, embora a correlação de forças seja desafiadora para o governo, houve avanços em pautas essenciais.
A ministra enfatizou que, para enfrentar a reforma administrativa, as prioridades devem ser o combate aos altos salários e benefícios considerados excessivos em todos os Poderes.








































Como sabe ser nojenta a amante. Mulher insuportável.
Está na hora de mandar esta anta para o seu devido lugar, a m….. .
A tempo, quero me desculpar com as pobres antas….