O governo federal, por meio da ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, declarou nesta quarta-feira, 5, que o presidente Lula da Silva é contrário ao projeto de lei que pretende classificar a atuação de facções criminosas como terrorismo. A proposta ganhou força entre parlamentares da oposição depois da megaoperação das forças estaduais de segurança no Rio de Janeiro.
Segundo Gleisi, a equiparação traria riscos diplomáticos e jurídicos ao país. Para a ministra, reconhecer facções como grupos terroristas criaria o entendimento, no plano internacional, de que o Brasil abriga uma ameaça transnacional. Isso, afirma, poderia abrir espaço para interferência externa em território nacional.
Receba nossas atualizações
Os argumentos do governo
Gleisi disse que o terrorismo, pela legislação internacional, tem como características motivações políticas ou ideológicas. Desse modo, está sujeito a protocolos de cooperação e resposta militar entre Estados. Ela argumentou que o enquadramento de facções nesse conceito distorce o sentido legal do termo.
“O governo é terminantemente contra esse projeto. Terrorismo tem objetivo político e ideológico. E, ao classificar facções criminosas como terroristas, a legislação internacional pode dar guarida para que outros países intervenham no nosso território”, afirmou.
Leia também: “Na contramão da segurança”, artigo de Fábio Bouéri publicado na Edição 287 da Revista Oeste
A proposta está na pauta da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara. Embora o projeto tenha urgência aprovada, o presidente da CCJ, deputado Paulo Azi (União Brasil-BA), decidiu discutir a matéria no colegiado devido às dúvidas sobre sua constitucionalidade.
Leia mais: “Territórios sequestrados”, reportagem publicada na Edição 294 da Revista Oeste
Depois da operação no Rio, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, também reforçou a posição do governo. Ele afirmou que facções criminosas representam grave problema de segurança, mas não se confundem com terrorismo no âmbito legal. A votação da proposta ainda não tem data definida.
+ Leia mais notícias de Política na Oeste





































É mesmo, Dona Gleisi? A senhora anda sumida, depois que sua prima em 2º Grau, a Dona Thaisa Hoffmann foi exposta na CPMI, ao reservar para compra um apartamento luxuoso, amplo, no valor de 28 MILHÕES DE REAIS, coisa de novo rico deslumbrado com dinheiro afanado dos aposentados, pensionistas e BPCs do INSS. A senhora ajudou a fazer um auê do cabrunco quando o Senador Flávio Bolsonaro por 5,97 MILHÕES DE REAIS, dando 30% de entrada e o restante financiado pelo BRB. Para efeito de comparação, Gleisi ” Amante/Coxa nas planilhas da CORRUPÇÂO da Odebrecht é 369% maior que a compra do Flávio Bolsonaro, mas a senhora resolveu silenciar, aquela coisa de que quem CALA, CONSENTE, né Gleisi? A senhora apoia a não classificação do CV, PCC e congêneres como organizações criminosas e terroristas, por terem ” o PT tinha diálogos cabulosos com nóis ” conforme interceptação telefônica autorizada judicialmente, né? Tem mais duas coisinhas, Dona Gleisi “Amante/Coxa “, já que o Hugo ” El Pollo ” Carvajal entregou tantas provas que envolvem financiamentos de Eleições no Brasil e arredores com dinheiro do crime, que a audiência final e assunção de culpa ficou para o final de Janeiro de 2026, que só por coincidência, será ano de Eleições no Brasil. Tem mais, Dona Gleisi ” Amante/Coxa “. O traficante El Chapito, preso nos Estados Unidos já abriu o bico e como consequência, 50 políticos do México foram sancionados por se beneficiarem do dinheiro do crime e proteger criminosos. Graúdo Jaó do DF sabe que o caldo do El Chapito vai se juntar ao do Carvajal, por óbvio, e o trem vai ser MUITO REVELADOR.
É contra porque são a mesma coisa…narcotraficantes
Extrema esquerda é formada por ex terrorista,isso é natural .
Equiparar as organizações criminosas a grupos terroristas não terá o apoio deste governo.
Mas se alguém propor equiparar a partidos políticos, aí quem sabe ……
Então são mesmo grupos terroristas!