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Política

Foro de São Paulo realiza curso de formação política em Cuba

Lideranças da esquerda do Brasil e da América Latina promovem encontro para discutir articulação regional de movimentos sociais

Foro de São Paulo
A programação inclui debates sobre integração regional e desafios enfrentados pela esquerda no continente | Foto: Reprodução/Flickr

O Foro de São Paulo, em parceria com entidades ligadas à esquerda latino-americana, vai realizar um curso presencial de formação política na Universidade Ñico López, em Havana, de 27 de abril a 4 de maio de 2025.

O evento conta com o apoio da Fundação Perseu Abramo, braço intelectual do Partido dos Trabalhadores (PT), da ALBA Movimentos, do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), da Marcha Mundial de Mulheres e da CLOC-Vía Campesina.

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Os organizadores escolheram a capital cubana por seu valor simbólico para o comunismo: o episódio coincidirá com os atos do Dia do Trabalho — data em que centenas de militantes tomam as ruas de Havana em defesa da Revolução Socialista.

Os responsáveis direcionaram a formação a membros do Partido dos Trabalhadores, da Fundação Perseu Abramo, parlamentares de esquerda e militantes de ONGs e movimentos sociais ideologicamente alinhados.

Segundo as lideranças, o objetivo é oferecer um espaço de análise política comparativa. O foco permanece na articulação entre partidos e movimentos populares da América Latina e do Caribe.

Como resultado, a programação inclui debates sobre integração regional e desafios enfrentados pela esquerda no continente.

O curso também buscará reforçar vínculos ideológicos com o regime cubano, exaltando os ideais de “independência, soberania e justiça social” promovidos pela Revolução.

Curso terá conteúdo baseado na experiência cubana

Dirigentes políticos, líderes sociais e especialistas alinhados ao projeto socialista vão conduzir as atividades do curso.

A equipe docente terá enfoque transdisciplinar e deve usar experiências de articulação entre partidos e movimentos sociais como base para os debates.

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Os participantes terão contato direto com lideranças cubanas e de outros países da região, durante as celebrações do 1º de Maio. O evento é tradicionalmente usado para demonstrar apoio público ao governo cubano e à sua estrutura política totalitária.

3 comentários
  1. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Os caras vão ver de perto o retrocesso que o comunismo trouxe a Cuba. Vão se espantar como o socialismo conseguiu igualar todos na miséria, fome e ignorância. Vão sair culpando os EUA, mas nunca vão entender nada, vão sair de lá mais burros do que quando entraram, convencidos de que o comunismo é muito bom.

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