publicidade
Política

Congresso convida Torres para falar sobre caso Genivaldo e MEC

Ministro deve comparecer ao Senado e à Câmara nas próximas semanas

Anderson Torres
Foto: Isaac Amorim/MJSP

Senadores aprovaram nesta terça-feira, 28, na Comissão de Transparência, um convite ao ministro de Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, para que ele explique o que levou a Polícia Rodoviária Federal (PRF) a negar acesso aos processos administrativos dos agentes envolvidos na morte de Genivaldo Santos, que morreu por asfixia durante uma abordagem.

O requerimento aprovado é do senador Fabiano Contarato (PT-ES), que questiona o sigilo de cem anos que foi imposto à investigação. De acordo com o parlamentar, o sigilo poderia ser colocado para assuntos pessoais.

Receba nossas atualizações

“Informações pessoais são aquelas relativas à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem das pessoas. O procedimento disciplinar dos agentes da PRF envolvidos no homicídio de Genivaldo é informação de caráter público”, afirmou o senador.

Um vídeo que circulou na internet no fim de maio mostra a dupla de agentes tentando fechar a porta traseira da viatura sobre Genivaldo, que estava com as pernas para fora.

Nas imagens, é possível ver uma espessa fumaça branca exalando do porta-malas, que parece ter escapado de uma bomba de gás lacrimogêneo. É possível ouvir gritos de dor.

Torres também deve ir à Câmara para falar sobre MEC

Ainda nesta terça-feira, a Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados aprovou convite para que Anderson Torres seja questionado sobre uma suposta interferência do governo de Jair Bolsonaro (PL) na Polícia Federal (PF) no caso da investigação contra o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro.

O convite foi feito depois de uma interceptação telefônica legal entre o ex-ministro e a filha citar o presidente Bolsonaro. Na gravação, Ribeiro diz que Bolsonaro ligou para falar sobre pressentimento acerca de uma possível operação da PF, o que aconteceu na sequência e Ribeiro foi preso.

O ex-ministro é investigado por corrupção passiva e tráfico de influência junto aos pastores Gilmar Santos e Arilton Moura. Na segunda-feira 27, o empresário que denunciou o esquema de corrupção no MEC disse que Ribeiro e os funcionários da pasta não sabiam das ações dos pastores. 

Relacionadas

1 comentário
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade