O presidente Jair Bolsonaro rebateu as críticas sobre as emendas de relator e reclamou dos “excessos de interferência do Judiciário”. A declaração foi dada na segunda-feira 8, em entrevista à rádio Jovem Pan do Paraná.
Relacionadas
“Como você pode falar em Orçamento secreto se ele é publicado no Diário Oficial da União?”, argumentou o presidente. “Há um excesso de interferência do Judiciário no Executivo. Até quando quis indicar alguém para diretor-geral da Polícia Federal houve interferência, o Supremo age demais nessas questões”, afirmou.
Receba nossas atualizações
A ministra Rosa Weber, que concedeu liminar suspendendo o pagamento de emendas de relator, também foi criticada pelo presidente.
“Os argumentos usados pela relatora do Supremo não são justos. Como posso barganhar se quem é o dono da caneta é o relator, um parlamentar? E não é secreto porque está no Diário Oficial da União”, argumentou.
Para Bolsonaro, o Parlamento é quem sabe “onde precisa de recursos”, e os pagamentos das emendas de relator estão na legalidade.
Bolsonaro: ‘Moro sempre teve um propósito político, mas fazia de forma camuflada’
Em recurso ao STF, Lira defende manutenção das emendas de relator
‘Interferência indevida’, diz Lira sobre suspensão das emendas de relator
As viúvas e os viúvos da ditadura militar esperneiam, ne bozzo kkkkkkk
A transparência e publicidade nas contas públicas faz parte da democracia, agora, quem é a favor de orçamento secreto quer a volta da ditadura militar, ne bozzo!!!
Onde está o erro nisso tudo? Se eu fosse opresidente mandava ela chupar prego, e diria mais: seu problema, ministra, pode ser falta de um homem e adianto que sou bem casado. E encerrava o assunto.
Há urgente necessidade de todos os parlamentares resolverem tomar VERGONHA na cara e votarem legislação pertinente à composição do STF, seja quanto à forma de escolha de seus integrantes, seja quanto à instituição dos respectivos mandatos. Sugere-se escolha de magistrados de carreira, mediante indicação dos órgãos judiciais competentes e mandato de dez anos, proibida a recondução. Também deve ser instituída a possibilidade de substituição do ministro que que
extrapolar suas atribuições legais, como abrir inquérito no qual vítima, acusador e julgador sejam uma mesma criatura, ou haja intromissão nas atribuições de outros Poderes! Simples assim.
Concordo. Mas acho que o mandato deveria ser no máximo 8 anos, como um senador. Sugiro uma PEC tirando do Presidente da república a indicação pois isso já caracteriza interferencia do executivo no judiciário, e també é uma aberração da nossa Constituição. Deve-se exigir pré-requisitos, os candidatos à vaga participarão de uma eleição dentro do judiciário, já que juiz do supremo é uma atribuição técnica. Votam as OABs, entidades de classe de magistrados. Mandato de 8 anos, sem nenhum vinculo afetivo com nenhum Presidente. Antes da posse o eleito poderá ser entrevistado pelo povo através do congresso (camara e senado), com perguntas pertinentes, comprovação de curriculo, etc. Não seria melhor?