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Política

Bolsonaro admite apoio a Marçal em eventual segundo turno sem Nunes

'Contra Guilherme Boulos, apoio qualquer um', disse o ex-presidente, depois de votar

Embora apoie oficialmente Nunes, Bolsonaro reconheceu que muitos de seus eleitores preferem Marçal | Foto: Reprodução/Redes sociais
Embora apoie oficialmente Nunes, Bolsonaro reconheceu que muitos de seus eleitores preferem Marçal | Foto: Reprodução/Redes sociais

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) admitiu que pode apoiar Pablo Marçal (PRTB) no segundo turno das eleições em São Paulo, caso o prefeito e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), fique fora da disputa. Ele proferiu a declaração neste domingo, 6, depois de votar na Vila Militar, zona norte do Rio de Janeiro.

Embora apoie oficialmente Nunes, Bolsonaro reconheceu que muitos de seus eleitores preferem Marçal. “Em São Paulo, há uma situação nova: um garoto novo do PRTB, meio polêmico”, observou, em conversa com jornalistas. “Vamos ver como o povo decide. Contra Guilherme Boulos, apoio qualquer um.”

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As pesquisas mostram um empate entre Boulos, Marçal e Nunes. Ele criticou Marçal por seus “excessos” durante a campanha, como um incidente com José Luiz Datena (PSDB) e a divulgação de um laudo falso.

Bolsonaro também mencionou uma conversa anterior com Marçal, em que este afirmou que teria o apoio do ex-presidente. Bolsonaro negou ter prometido tal apoio e enfatizou a importância de manter a palavra na política.

“Depois do encontro, ele afirmou que eu o apoiaria”, lembrou Bolsonaro. “Não falei isso. O vice do Nunes [Mello Araújo] é meu. Na política, tem de ter palavra. Ele é extremamente inteligente, mas falei que tem de segurar um pouquinho. Precisa de moderação. Ele gosta de polêmica, de fazer vídeo para corte.”

Bolsonaro comenta eleições no Rio de Janeiro

No Rio, Bolsonaro expressou incerteza sobre Ramagem, qualificando-o como “tímido”. O atual prefeito e candidato à reeleição, Eduardo Paes, lidera as pesquisas com 61% dos votos válidos, enquanto Ramagem tem entre 24% e 29%, conforme a Quaest e o Datafolha.

Bolsonaro, que começou a carreira política no Rio de Janeiro, ainda mantém seu domicílio eleitoral na cidade. Ele chegou ao local de votação às 9h30, acompanhado do presidente estadual do PL no Rio, deputado federal Altineu Cortes, e outros parlamentares, como Hélio Lopes e Pazuello.

O ex-presidente estava ao lado de uma comitiva do Partido Liberal (PL), incluindo seus filhos, o senador Flávio e o vereador Carlos, além de Alexandre Ramagem, candidato à Prefeitura do Rio.

O desempenho em outras capitais

Em outras capitais, Bolsonaro se mostrou otimista, especialmente em Maceió, onde João Henrique Caldas (PL) pode vencer no primeiro turno. Em Belo Horizonte, destacou o crescimento de Bruno Engler (PL), em disputa contra Fuad Noman (PSD) e Mauro Tramonte (Republicanos). O ex-presidente também mencionou o avanço de André Fernandes (PL) em Fortaleza.

“Estamos com expectativa de segundo turno em vários municípios”, disse Bolsonaro. “Fortaleza, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Manaus, acredito que em Alagoas, né? Em Maceió está garantido, talvez no primeiro turno. JHC fez um bom trabalho lá. Primeiro turno também em Rio Branco, no Acre. Quem diria o PL disputar as capitais, né? Quem diria…”

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2 comentários
  1. Joy Silva
    Joy Silva

    Sou de SC, más acompanho a eleição em SP, agora dá licença esse povo querendo eleger esse “boules”, depois não sabem porque a vida tá difícil! querem eleger um vadio, que nunca trabalhou, invasor de propriedade alheia e fã do lule! No meu estado um petista ” NUNCA” foi eleito pra gerenciar nosso dinheiro dos impostos, e olhem nossos índices de desenvolvimento humano, empresarial e tecnológico, estado mais seguro da federação, local altamente procurado para turismo…isto se deve em grande parte por que nunca deixamos essa raça parasitária da esquerda gerir nossas vidas

  2. Adailton Ribeiro de Oliveira
    Adailton Ribeiro de Oliveira

    Admitindo que errou ao apoiar e colocar o Nunes para representar a direita, achando que os brasileiros de bem e de direita são gado dele. É claro que o Pablo Marçal não vai recusar, pois se mostrou mais digno do que o Bolsonaro, pois sempre evitou tecer críticas destrutivas ao Bolsonaro, ao contrário eu não vi.

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