A Associação dos Familiares e Vítimas do 8 de Janeiro (Asfav) divulgou um pronunciamento em que cobra união entre lideranças conservadoras e defende a derrubada do veto ao projeto de lei conhecido como PL da Dosimetria. A análise da proposta está marcada para o próximo dia 30 de abril, em sessão conjunta do Congresso Nacional.
A Asfav observa que, embora veja como positivo o agendamento da sessão, o momento também é marcado por confusões que prejudicam o avanço da pauta. “Entristecemo-nos com a eclosão de brigas que, ao nosso ver, são despropositadas”, diz o comunicado.
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O posicionamento da Asfav ocorre em meio a um racha entre os conservadores. Nos últimos dias, vieram a público divergências entre o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o senador Jorge Seif (PL-SC), que trocaram farpas sobre a condução da pauta relacionada aos presos do 8 de janeiro.
Os cadáveres do 8 de janeiro
A Asfav sustenta que as conquistas relacionadas aos investigados e condenados pelos atos do 8 de janeiro são resultado de mobilização coletiva. A associação cita, como exemplos, concessões de refúgio no exterior e decisões judiciais que levaram à soltura de alguns presos.
Segundo a associação, o maior impacto recai sobre os próprios envolvidos e suas famílias. “São pessoas que tiveram suas vidas destruídas e que jamais serão devidamente reparadas”, afirma o texto, ao mencionar os casos de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, e José Éder Lisboa.
Clezão morreu em novembro de 2023, enquanto estava preso preventivamente no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Ele havia sido detido em razão do 8 de janeiro e sofreu um mal súbito na cela. Já Lisboa foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 14 anos de prisão por participação nos atos, acusado de crimes como tentativa de golpe de Estado e dano ao patrimônio público. Ele deixou o Brasil depois da condenação e passou a viver na Argentina, onde morreu no mês passado, depois de ficar internado por alguns dias.
Asfav quer Messias fora do STF
No pronunciamento, a associação também estabelece como prioridade barrar a ida do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF.
Messias é cotado para uma vaga na Corte e deverá passar por sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado caso seja indicado formalmente pelo presidente da República — etapa obrigatória antes da votação em plenário.
A Asfav atribui a Messias a responsabilidade pelas prisões relacionadas aos atos de 8 de janeiro e afirma que sua eventual nomeação deve ser rejeitada.
A votação do PL da Dosimetria
O Congresso marcou para 30 de abril a sessão conjunta para análise do veto presidencial ao PL da Dosimetria. O projeto trata da individualização das penas aplicadas aos envolvidos no 8 de janeiro, tema que tem mobilizado parlamentares e entidades ligadas aos réus.
A expectativa de grupos como a Asfav é de que a derrubada do veto possa resultar na revisão de condenações e na libertação de parte dos presos.
O pronunciamento termina com um apelo à mobilização e à continuidade da pressão política. “A injustiça não pode prevalecer, e não irá”, conclui a associação.





































Regina,
Li seu comentário aí abaixo. Inclua-me em sua definição política nacional. Não classifico-me como direita, esquerda, centro, progressista ou tradicionalista.
Sou pela trajetória de um homem na sua simplicidade e coerência política de amor à nossa bandeira, muito bem estampada no lema ORDEM E PROGRESSO!
Quem representa esta diretriz de nação muito bem explícita chama-se JAIR MESSIAS BOLSONARO.
Além da postura moral por sua trajetória política bem conhecida, provou a capacidade inquestionável até na simplicidade sem vaidades, de escolher auxiliares que trataram a coisa pública com zelo, competência e muito destemor. Nomes? Basta um: Paulo Guedes, o seu posto Ipiranga! O seu candidato para repetir o retorno da decência à condução máxima do país? Seu próprio filho em carta testamentária de próprio punho!
Dúvida aos que amam o Brasil verde amarelo?
FLAVIO BOLSONARO será nosso Presidente em 2027.
Deus que abençoa o Brasil assim determina. Cabe a nós engrossarmos a procissão de redenção em curso.
Nikolas com seu projeto proprio de poder, já chamou Bolsonaro de vagabundo junto ao Marçal e agora chama o Seif tb de vagabundo, pelo fato de que o senador detalhou seus esforços em convencer Alcolumbre a pautar, mesmo que seja em pauta unica, a derrubada do veto da dosimetria. Nikolas se une a ala que atuava contra o governo Bolsonaro, como Rodrigo Constantino, incluindo a madrasta Michelle que odeia os 4 filhos de Bolsonaro e o pastor que apoiava lula, o Malafaia. Essa trupe não é bolsonarista, são oportunistas, como outrora foram Gentille, Nando Moura, Frota, Hasselmann. Esses todos como os deputados federais que atuaram na legislaturas com o então deputado federal Jair Bolsonaro, o ridicularizavam por este nunca ter entrado em corrupção e lavagem de dinheiro, chamando o de baixo clero e abandonando o sozinho no plenario quando ele discursava. EU DIGO, NÃO SOU DI DIREITA, SOU BOLSONARISTA, APOIO JAIR BOLSONARO E SEUS 4 FILHOS.