A deputada federal Adriana Ventura (Novo-SP) afirmou que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS não terminará sem responsabilizações. Em entrevista ao Arena Oeste desta quinta-feira, 28, ela declarou que “quem mentir vai preso”, ao ressaltar que os integrantes da comissão estão “muito preparados, muito estudiosos, muito articulados” para conduzir os trabalhos.
Segundo a parlamentar, já foram protocolados mais de mil requerimentos, como pedidos de quebra de sigilo, convocações e buscas de recursos desviados. Ela destacou que a investigação deve alcançar todos os períodos desde 2015, o que compreende os governos Dilma, Temer, Bolsonaro e Lula, e não apenas os últimos anos.
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Adriana criticou o acordo firmado pelo governo para ressarcir aposentados apenas em relação aos últimos cinco anos. Para ela, trata-se de “uma enganação”, já que o prejuízo se estendeu por uma década. “Eles foram roubados, cadê esse dinheiro?”, perguntou. “Milhões estão no exterior, já sumiram do Brasil. E aí a enganação é: olha, está tudo resolvido, você será reembolsado. Então pega dinheiro nosso, de toda a população brasileira. É dupla, todo mundo é roubado duas vezes.”
A deputada também questionou a falta de empenho do Executivo em buscar os recursos desviados. Citou a atuação da Advocacia-Geral da União, que teria constituído rapidamente escritório para defender o ministro Alexandre de Moraes, mas, segundo ela, não apresentou a mesma agilidade para localizar operadores do esquema fora do país.
Blindagem e envolvimento de partidos
Adriana relatou que há indícios de blindagem a entidades historicamente ligadas ao governo, como a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e o Sindicato Nacional dos Aposentados. Segundo ela, “há uma tentativa de blindagem que pode vir, por exemplo, do STF, quando recolhe o inquérito, leva tudo para lá, porque há parlamentares envolvidos”.
Questionada sobre a possibilidade de a comissão chegar a parlamentares de seis partidos mencionados nas investigações, a deputada reconheceu dificuldades: “Sinceramente falando, acho difícil, porque há uma blindagem, mas o que acho importante é que a comissão pelo menos mostre”, afirmou. “Todo mundo vai saber quem foi.”

Impacto político e ano eleitoral
A deputada afirmou esperar efeitos diretos da CPMI nas eleições. Para ela, os dados de crescimento dos valores desviados no INSS são “gritantes”, principalmente depois de 2023. “É gritante como a porteira abriu e a impunidade [se instalou]“, declarou, ao detalhar: “2022, R$ 700 milhões. 2023, R$ 1,3 bilhão. E 2024, R$ 2,6 bilhões”.
Adriana avaliou que, em ano eleitoral, parlamentares terão dificuldade em se posicionar contra evidências de irregularidades. “O voto é aberto, como é que ele vai explicar que tinha todas aquelas provas e está protegendo bandido?”, perguntou.
A deputada informou que a CPMI convocou dirigentes de instituições financeiras para esclarecer a relação entre descontos associativos e empréstimos consignados. Ela afirmou que “muitos enriqueceram” com a prática e que será necessário separar “o joio do trigo”. “Se tem banco sério, mostra que é sério”, disse. “Se tem banco pilantra, mostra que é pilantra.”
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Os próximos passos da CPMI do INSS
Na avaliação de Adriana, a base governista está “enfraquecida” dentro da comissão, e a tendência é que essa fragilidade aumente conforme novas revelações venham à tona. Ainda assim, ela reconheceu que o Executivo busca estratégias para proteger aliados.
A deputada também identificou responsabilidades de autoridades. Segundo ela, o ex-ministro da Previdência Carlos Lupi foi alertado em 2023 sobre as irregularidades no INSS e nada fez. “É claro que ele sabia”, disse. “Eles sabiam, acobertaram, não foram atrás. Vergonhoso.”
Ao final, Adriana reiterou que a CPMI é um marco para recuperar a confiança da população: “A gente precisa continuar mostrando a gravidade da bandidagem, porque o dinheiro roubado continua roubado, os criminosos continuam soltos”, declarou. “Não vi ninguém ser preso por causa disso.”
Leia também: “Onde os idosos não têm vez”, artigo de Tiago Pavinatto publicado na Edição 267 da Revista Oeste








































VOU COBRAR!
Mas os bandidagem do stf golpistas vão DAR habeas Corpus preventivo…querem apostar!?
Esses canalhices podem tudo!
NARCOESTADO TERRORISTA e PEDÓFILO o BOSTIL é há 40 anos da tal nova república 1985.
Só não vê quem é cúmplice como os frajolas do alto comando da perfídia.
Nossa elite oligarca familiar TEM de sentir TODOS os Custos de patrocínio do Golpe Eleitoral que se instalou desde 2018…
Esses canalhices tem de saber e aprender a respeitar a vontade do povo…e não praticar sabotagem e mudar as regras vigentes….um pode outro grupo não pode É ABSURDO!
Que. Tal frei saia preso…pois vai mentir!
ELEIÇÃO SEM BOLSONARO é ILÍCITO eleitoral…é fraude…e não será reconhecida…
Em TEMPO!!
Maduro e seus apoiadores internos externos SERÃO OBLITERADOS!
Em 10 dias….escreve aí…México vai ser o próximo através do sufoco financeiro rentista dos emigrantes….o BOSTIL vai ser ……aguardem!!
Lembrar que criaram cortina para a roubalheira do INSS e criaram novas regras para quem tem loas e pensão,para começar dia 25/11/25. Aos futuros postulantes de aposentadoria tb. A cortina ,desta vez , foi a proteção à criança que na é assunto antigo .Na ocasião, a senadora Damares comentou ,sendo tratada como mentirosa.