Nesta quarta-feira, 27, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu o senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Classificado como uma visita de cortesia, o encontro também serviu para alinhar expectativas sobre a colaboração entre o Judiciário e o Congresso Nacional.
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Há poucos dias, Mendonça virou relator de ações no STF relacionadas ao caso. Oeste apurou que, durante a reunião, o ministro afirmou que vai atuar com reserva, seriedade, respeito e responsabilidade. O juiz do ST destacou ainda que haverá cooperação com a comissão, especialmente no compartilhamento de documentos que não estejam sob sigilo ou cujas investigações já tenham sido concluídas pela polícia.
Viana, por sua vez, disse que a comissão foi ao STF manifestar o desejo de apoio em um trabalho conjunto. De acordo com o parlamentar, a CPMI pretende, nos próximos 60 dias, consolidar provas a partir de oitivas de servidores públicos. O congressista informou a Mendonça que as próximas audiências serão dedicadas a ouvir ex-ministros da Previdência, além de diretores e presidentes de associações.
Presidente da CPMI diz a André Mendonça que comissão não vai blindar ninguém
O parlamentar ressaltou a Mendonça que não haverá blindagem ao governo ou à oposição.
Ele também disse que a CPMI deve aprovar novas convocações, a serem pautadas no momento oportuno.
O senador frisou ainda a necessidade de manter a comissão longe de disputas eleitorais.
“Temos o cuidado de não politizar a CPMI”, disse. “O compromisso é mostrar ao povo quem roubou a Previdência.”
Processo do INSS sob relatoria de André Mendonça

A investigação que revelou o escândalo teve início em abril de 2025, com a “Operação Sem Desconto”, da Polícia Federal, que apura um esquema de descontos irregulares de mensalidades associativas, promovidos por associações de aposentados.
Essas entidades teriam realizado cadastros irregulares de beneficiários, inclusive com falsificação de assinaturas, para efetuar descontos nos pagamentos do INSS, entre 2019 e 2024.
Leia também: “Governo na UTI”, reportagem publicada na Edição 284 da Revista Oeste
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Há esperança em um juiz minimamente técnico, e não político integrante da quadrilha que nos governa, como quase todos de todas as cortes superiores.
Peraí. O Desgoverno Lula 3 diz que não tem dinheiro para ressarcir beneficiários do INSS ROUBADOS, inclusive pelo Sindicato do Frei Chico, irmão do Lala, mas tem dinheiro para liberar EMENDAS para petistas e lulistas que atuam na CPMI do INSS, para defenderem o Desgoverno Lula 3. Diário do Poder em 27/08/2025 ” Lula libera R$200 milhões para titulares da CPMI criada para investigar roubo no INSS” Enquanto isso, falta dinheiro para comprar livros didáticos, a Dívida Pública explode, o Desgoverno Lula 3 gasta desvairadamente, as Eleições de 2026 assombram a ultra extrema esquerda cleptocrata do Lula, o STF usurpa poderes do Executivo e do Parlamento e o Desgoverno não tem rumo nem prumo.
Mas afinal os sindicatos, laranjas e funcionários do INSS, terão que devolver, os mais de 6 bilhões de reais em que época? Nas próximas encarnações?
O Brasil que tem vergonha na cara não espera outra coisa do Ministro Mendonça a não ser coragem e determinação para punir os responsáveis , DOA A QUEM DOER., sejam eles quem forem.