Faltando duas semanas para a sabatina do procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN) avisa: vai votar contra a recondução de Gonet ao comando do Ministério Público Federal.
“Votei favorável ao Gonet”, declarou o senador a Oeste, lembrando que apoiou a indicação do atual chefe da Procuradoria-Geral da República (PGR), em 2023. “Na época, entendi que ele seria alguém imparcial. Mas, hoje, não repetiria o meu voto, pela maneira que ele se comportou no exercício do mandato.”
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Marinho disse que ainda irá se reunir com os senadores da oposição nos próximos dias. O assunto será justamente a votação que poderá reconduzir — ou não — Gonet ao comando da PGR.
A sabatina na CCJ
Nesta terça-feira, 21, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), anunciou o encaminhamento da sabatina que deve reconduzir o Gonet ao cargo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou a recondução em agosto deste ano. Contudo, a retomada ao posto depende do aval do Senado.
Entenda como será o trâmite:

“Marcamos para o dia 5 de novembro, às 9h, a leitura da mensagem do presidente”, declarou a Oeste o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, Otto Alencar (PSD-BA). “Depois da leitura, vamos abrir possibilidade de vista dos senadores. E, no dia 12 de novembro, na parte da manhã, a sabatina do senhor Paulo Gonet. No período da tarde, a recondução vai ser tratada no plenário do Senado.”
+ Com o fim do julgamento de Bolsonaro, Gonet deve ser sabatinado no Senado
Segunda sabatina de Gonet
No Senado, Paulo Gonet foi sabatinado pela primeira vez em 2023 e obteve 65 votos favoráveis e 11 contrários. Para a recondução ao cargo, o rito prevê que o procurador-geral terá de passar por todas as fases da sabatina novamente.
Como procurador-geral da República, Gonet foi o responsável por apresentar a denúncia ao Supremo Tribunal Federal contra ex-presidente Jair Bolsonaro e de mais 36 pessoas que estariam envolvidas na suposta trama golpista.
Se aprovada a recondução pelo Senado, onde precisará de maioria simples (41 votos de 81 possíveis), ele ficará mais dois anos à frente do Ministério Público.
Leia também: “A CPMI que promete expor o rombo bilionário do INSS”, reportagem publicada na Edição 289 da Revista Oeste
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Grande coisa… Não era para ter votado na primeira vez e agora, depois da besteira feita, vem querer ganhar ponto. É essa a oposição que temos! Entretanto, pior é repetir o erro, mas vê se aprende.
Senado aprova um monte de merda ,depois não cassa , o cara afirmou que , é vó único que pode cassar um ministro do STF.
Tem de tirar esse imbecil
GONET NÃO
Para que este espetáculo Dantesco? Para que este teatrinho
de letrinhas e mascarados. O povo não aguenta mais esta palhaçada