O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado, 24, que autoridades locais de Minnesota impediram a atuação de agentes federais do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) e cobrou que eles sejam autorizados a “fazerem seu trabalho”. A declaração foi publicada nas redes sociais horas depois de um tiroteio ocorrido durante um protesto na capital do Estado, Minneapolis, que terminou com a morte de um homem armado.
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Em publicação na rede Truth Social, Trump divulgou uma fotografia da arma apreendida com o suspeito e questionou a ausência da polícia no apoio aos agentes federais. “Onde está a polícia local e por que eles não foram autorizados a proteger os agentes do ICE?”, perguntou. Segundo Trump, autoridades locais teriam impedido policiais de atuarem, o que levou os próprios agentes federais a garantirem sua segurança. “Muitos desses policiais não foram autorizados a fazer seu trabalho, e o ICE teve de se proteger sozinho.”
Trump justificou a operação através de acusações de corrupção e responsabilizou autoridades estaduais e federais. “Estamos lá por causa de uma fraude monetária massiva, com bilhões de dólares desaparecidos”, escreveu, ao relacionar o episódio a crimes financeiros e à política de fronteiras do Partido Democrata. Ao final, o presidente fez um apelo direto pela atuação dos agentes federais: “Deixem nossos patriotas do ICE fazerem seu trabalho!”
Trump publica foto de pistola usada por homem morto
Horas antes, agentes federais neutralizaram um homem durante uma operação no sul de Minneapolis. De acordo com o Departamento de Segurança Interna, o suspeito portava uma arma de fogo e dois carregadores no momento da ação.
A prefeitura pediu que a população evitasse a área e informou que equipes trabalham para esclarecer o episódio. Dois cruzamentos no sul da cidade foram bloqueados, enquanto agentes federais controlavam o perímetro de segurança.
Durante o bloqueio, manifestantes tentaram se aproximar do local. Segundo informações oficiais, alguns gritaram e avançaram contra os agentes. As forças de segurança usaram gás lacrimogêneo e bombas de pimenta para dispersar os militantes.
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