O jovem Quentin Deranque, de 23 anos, que tinha atuação em partidos de direita da França, foi assassinado por militantes de esquerda. A informação, divulgada neste domingo, 15, é do ministro do Interior, Gerard Darmanin, que faz parte do governo de Emmanuel Macron, de centro-esquerda.
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Deranque foi atacado violentamente por militantes de esquerda na última quinta-feira, 12, em Lyon, quando participava de protesto contra a presença de Rima Hassan, parlamentar do partido esquerdista França Insubmissa (LFI).
O jovem foi hospitalizado, mas, segundo o Ministério Público de Lyon, não resistiu aos ferimentos e morreu no sábado 14.
Acusações e respostas políticas
Gerard Darmanin responsabilizou a “ultraesquerda” pelo crime. “Foi claramente a ultraesquerda que o matou”, afirmou à RTL. Darmanin criticou ainda os discursos de membros da LFI e da esquerda, porque contribuem para a escalada da violência, tanto nas redes sociais quanto nas ruas. Ele também lamentou a ausência de solidariedade pública de Hassan e do líder Jean-Luc Mélenchon para com a família da vítima.
Mélenchon, que já concorreu três vezes à Presidência e é cotado para a eleição de 2027, declarou, posteriormente, estar “chocado” com o assassinato. “Também enviamos nossa empatia e compaixão à sua família e a entes queridos”. Ele negou envolvimento do movimento e classificou as acusações como “sem nenhuma conexão com a realidade”.
Um vídeo divulgado pela TF1 mostrou quando cerca de dez pessoas agredem três indivíduos caídos. Duas pessoas conseguiram escapar. Uma testemunha relatou à AFP: “Ouvi gritos, pessoas se batendo com barras de ferro e outras coisas. Quando cheguei ao local, vi indivíduos cobertos de sangue”.
Reações de grupos e manifestações
O coletivo Nemesis, de direita, informou que Deranque atuava como segurança dos manifestantes e foi atacado por esquerdistas. O advogado da família divulgou nota em que afirma que Quentin teria sido emboscado por “indivíduos organizados e treinados, em número muito superior e armados, alguns com os rostos cobertos”.
Protestos em memória de Deranque ocorreram em Montpellier e Paris, onde faixas com os dizeres “antifas assassinos, justiça para Quentin” foram estendidas. Marine Le Pen (Reunião Nacional), candidata à Presidência em três ocasiões, defendeu no X a punição dos “bárbaros responsáveis por esse linchamento”.
Integrantes da direita responsabilizaram o grupo Jeune Garde, ligado à LFI, pelo ataque. O fundador Raphael Arnault, deputado da LFI, declarou “horror” diante do episódio e garantiu que o grupo suspendeu todas as atividades, negando qualquer envolvimento.
Macron se manifesta sobre assassinato
O presidente Emmanuel Macron pediu calma e moderação diante da escalada de ânimos e disse que os autores do assassinato serão levados à Justiça.
“Na República, nenhuma causa, nenhuma ideologia jamais justificará o assassinato. Pelo contrário, o objetivo principal de nossas instituições é civilizar os debates e proteger a livre expressão de argumentos. É essencial processar, levar à Justiça e condenar os autores dessa atrocidade. O ódio que mata não tem lugar em nossa sociedade. Apelo à calma, à moderação e ao respeito.”
Macron também se dirigiu à família do jovem morto. “A sua família e entes queridos, expresso meus pensamentos e o apoio da nação.
Na Igreja de São Jorge, em Lyon, local frequentado por Deranque, o padre Laurent Spriet solicitou orações em memória do jovem e defendeu a atuação da polícia e da Justiça no esclarecimento do caso.






































A esquerda mostrando em todo o mundo. do que é feita, que tipo de gente faz parte dela.
A esquerda é o mal que precisa ser combatido; nada justifica tal escalada de violência em série. Não há debates contra dem*****, apenas imposição. Já dizia Marco Aurélio: “A minha vingança é não ser como eles”. Entretanto, contra a violência esquerdista não deve haver passividade, não deve haver silêncio, e sim, inteligência. A doutrinação esquerdista é algo que não podemos ficar apenas olhando, e nem gritando contra; devemos nos impor, cara a cara, custe o que custar. A esquerda se glorifica na premissa de que nós, conservadores, ficaremos passivamente assistindo. Porém, se nós dermos de cara contra eles, tal premissa é estilhaçada. Uma mulher ímpia grita e bate num homem na premissa de que ele não irá reagir. Agora, se ele se impor e exercer a legítima defesa adequadamente, o choque de seus máximos 3 neurônios será o mínimo que ocorrerá em seu organismo. Poupei o leitor de meu comentário de qualquer explicação complexa, neurocientífica e filosófica por trás de meus argumentos; baseio-me em que uma mensagem, deva ser inteligível.