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Israel confirma a morte de mais de 300 soldados

A polícia israelense também divulga que 57 policiais foram mortos desde o início dos ataques realizados pelo grupo terrorista Hamas

Soldados israelenses mortos na Guerra Israel-Hamas
Colagem feita pelas Forças de Defesa de Israel (FDI) para homenagear os soldados mortos na guerra contra o Hamas | Foto: Reprodução/FDI

As Forças de Defesa de Israel (FDI) publicaram os nomes dos 306 soldados, oficiais e reservistas mortos durante a guerra contra o Hamas, o grupo terrorista que domina a Faixa de Gaza. O conflito entra, nesta quinta-feira, 19, em seu 13º dia. Muitos dos militares mortos eram agentes de segurança locais e estavam, principalmente, na fronteira israelense com a Faixa de Gaza.

Entre os oficiais mortos de maior graduação estão o coronel Jonhathan Steinberg, de 42 anos, comandante da Brigada Naval, e o coronel Roi Levy, de 44 anos, comandante da unidade ghost (fantasma, em português).

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Militar Israel morto hamas
Coronel Jonhathan Steinberg, comandante da Brigada Naval; ele foi um dos mortos no conflito contra o Hamas | Foto: Divulgação/FDI

Na relação consta que cinco soldados morreram durante os ataques reivindicados pelo grupo radical Jihad Islâmica Palestina e pelo movimento terrorista Hezbollah, na fronteira com o Líbano.

Leia também: “Terroristas do Hamas dizem que míssil em Hospital foi disparado pela Jihad Islãmica”

A lista da FDI inclui, ainda, um soldado morto por “fogo amigo” na Cisjordânia e um outro soldado morto devido ao mau funcionamento de munições na fronteira com o Líbano.

Polícia de Israel também registra mortos

Junto com as Forças de Defesa, a polícia de Israel também fez uma listagem com os 57 nomes de agentes mortos no confronto com os terroristas.

Leia também: “Hamas: últimas notícias”

Pelo menos 1,3 mil pessoas foram mortas quando os terroristas do Hamas, grupo que domina a Faixa de Gaza, lançaram uma guerra contra Israel, na manhã de 7 de outubro. Partindo de Gaza, eles se infiltraram em cidades israelenses atacando posições militares, matando viajantes a tiros nas estradas e entrando nas casas de civis.

Em um crime sem precedentes e que chocou o mundo, os terroristas dispararam milhares de foguetes contra uma ampla área, sequestraram civis, estupraram mulheres e assassinaram 40 bebês.

Os terroristas do Hamas levaram cerca de 200 pessoas, entre civis e soldados, para Gaza, onde estão atualmente mantidos como reféns.

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