Previsto para ocorrer na segunda-feira 15, um protesto contra o regime cubano foi frustrado pelo ditador do país, Miguel Díaz-Canel. A manifestação tinha como bandeiras a libertação de presos políticos, o respeito aos direitos humanos e a defesa da democracia.
A presença policial nas ruas de Havana e em outras províncias, além da prisão de líderes da dissidência cubana, enfraqueceram o movimento organizado pelo grupo Arquipélago, que tem 37 mil membros.
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Segundo os organizadores, o governo comunista cortou o sinal de internet em pontos específicos para evitar a comunicação entre os manifestantes. As casas dos líderes do movimento também foram monitoradas por agentes da ditadura.
Nas redes sociais, alguns cubanos postaram fotos vestidos de branco, como pedia a convocação do protesto, mas a grande manifestação planejada não aconteceu. Muitos policiais uniformizados e à paisana rondavam as ruas da capital.
O protesto foi proibido pelo governo cubano, que o classificou como “ilegal”, afirmando que por trás dele está a “estratégia imperialista” dos Estados Unidos.
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