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Aliado de Evo Morales restabelece parceria com ditaduras

Para o presidente da Bolívia, reaproximação com a Venezuela fortalece "laços estratégicos" e agentes do governo iraniano são "bem-vindos"

Da esquerda para a direita, o presidente boliviano, Luis Arce, e o embaixador venezuelano na Bolívia, Alexander Gabriel Yáñez Deleuze

Para o presidente da Bolívia, reaproximação com a Venezuela fortalece “laços estratégicos” e agentes do governo iraniano são “bem-vindos”

Da esquerda para a direita, o presidente boliviano, Luis Arce, e o embaixador venezuelano na Bolívia, Alexander Gabriel Yáñez Deleuze | Foto: Reprodução/Redes Sociais

O novo presidente da Bolívia, Luis Arce, restabeleceu as relações diplomáticas de seu país com Irã e Venezuela. O político recebeu as credenciais dos embaixadores das duas nações, na última quarta-feira, 11, dois dias depois de tomar posse no cargo.

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Por meio do Twitter, Arce afirmou que os representantes do governo iraniano são sempre bem-vindos na Bolívia e que a reaproximação com os venezuelanos fortalece laços estratégicos entre os povos dos dois países.

“Recebemos as credenciais do embaixador da República Islâmica do Irã, Morteza Tafreshi. Eles são sempre bem vindos a #Bolivia . Continuaremos a fortalecer projetos comuns em benefício de nossos povos”, publicou. “Recebemos as credenciais do Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República Bolivariana do #Venezuela no #Bolivia Alexander Gabriel Yáñez Deleuze. Restabelecemos as relações bilaterais para fortalecer os laços estratégicos para o bem de nossos povos.”

Arce foi eleito com o apoio do ex-presidente Evo Morales, que manteve um governo alinhado com esses dois países por 13 anos — até sua renúncia, após a Organização dos Estados Americanos denunciar Morales por fraude eleitoral, em 2019.

Leia também: Evo fica ‘muito emocionado’ em aglomeração na Bolívia

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2 comentários
  1. Pedro Campos Coutinho
    Pedro Campos Coutinho

    Parece que a América Latina definitivamente fez a opção pela corrupção e pelo atraso.

  2. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    O cerco está se fechando. Não sei o que pensam esses generais de gabinete deste governo. Temos um vice presidente que se diz ser um general, que declarou que a palavra “pólvora” era apenas uma figura de linguagem, uma força de expressão. Eu já interpreto isso como se ele quisesse nos dizer em outras palavras, de uma possível intervenção militar estrangeira após se esgotarem as negociações diplomáticas e outras medidas intervencionistas. Estamos mal servidos com esse general de pijama, fanfarrão e boquirroto, com aquele cumprimento incisivo, BOM DIA!!! eu interpreto como um metido a engraçadinho. Espero estar muito errado, mas muito mesmo.

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