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Força do Brics é 'fantasia de Lula', afirma Estadão

Segundo o jornal, bloco demonstrou que é 'cada um por si' diante das tarifas impostas por Donald Trump

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante discurso na reunião da Cúpula do Brics | Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O bloco econômico que tem Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul como líderes, o Brics não tenha força alguma no cenário internacional. Essa é a análise do jornal O Estado de S. Paulo, que se propôs a avaliar o grupo em editorial publicado neste sábado, 9.

De acordo com o Estadão, o Brics é “uma miragem”. Nesse sentido, a publicação afirma que a eventual união e a imagem de poderio do grupo ruíram diante das tarifas comerciais anunciadas no decorrer das últimas semanas pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

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“A reação nula à ofensiva tarifária de Trump rasga a fantasia de Lula a respeito do Brics, que em seu primeiro grande teste como bloco econômico mostrou que, na prática, é cada um por si”, afirma o veículo de comunicação, em trecho do editorial.

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“A mais recente investida tarifária de Donald Trump contra Brasil e Índia — ambos atingidos com sobretaxas de 50% — foi o primeiro teste real da capacidade do Brics de agir como bloco”, afirma o Estadão. “O resultado foi desolador: silêncio, hesitação e, por fim, declarações vagas que não ousaram sequer mencionar o agressor. Se o Brics já parecia um clube retórico, sob a presidência brasileira provou-se irrelevante.”

Lula a favor do Brics e contra os EUA

Atento às articulações dos países aderentes a regimes ditatoriais, Trump reforça ofensiva ao Brics em defesa do dólar | Foto: Reprodução/Twitter/X
Estadão: Lula afasta o Brasil dos EUA para se aproximar da China e da Rússia | Foto: Reprodução/X

Na questão das tarifas, o jornal criticou o presidente brasileiro. Segundo o veículo de comunicação, a aproximação de Lula com lideranças russas e chinesas atrapalha o comércio do Brasil com um de seus principais parceiros, justamente os EUA.

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“O custo dessa imprudência já é visível — e salgado”, critica o Estadão. “Exportadores perdem acesso ao maior mercado do mundo; setores inteiros, do agronegócio à indústria, enfrentam incertezas; e a margem de manobra diplomática encolhe a olhos vistos. Enquanto isso, o Planalto insiste em discursos sobre a substituição do dólar, acenos públicos a regimes autoritários e gestos de alinhamento a Pequim — provocações gratuitas que apenas agravam o quadro.”

No editorial referente à ineficácia do Brics, a equipe de O Estado de S. Paulo ignora o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. De acordo com a publicação, o “chanceler de facto” do país é Celso Amorim, que seria o grande responsável por fazer Lula se aliar, cada vez mais, a Moscou e a Pequim.

Leia também: “O desmonte do Itamaraty”, artigo de Adalberto Piotto publicado na Edição 275 da Revista Oeste

E mais: “Fracasso e infâmia”, por Carlo Cauti

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2 comentários
  1. Ivan Sérgio de Paula lima
    Ivan Sérgio de Paula lima

    O que importa, para nós assinantes, o que pensa esse lixo de jornal?
    Parem de dar visão a esses crápulas!

  2. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    Detalhe: o método petista e comunista é abraçado por Lula. Ele sabe disto, mas quer um país afastado dos EUA e sonha com socialismo total no Brasil.

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