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Economia

Novas empresas solicitam autorização para explorar bets no país

Sportingbet e Big Brazil entram na corrida para operar no mercado de apostas esportivas on-line

O mercado de apostas esportivas, ou bets, foi permitido em 2018 no Brasil | Foto: Marco Verch
O Ministério da Fazenda espera emitir as primeiras autorizações até o fim do segundo semestre de 2024 | Foto: Marco Verch

Duas novas empresas, Sportingbet e Big Brazil (Caesars Sportsbook), solicitaram autorização na última semana para operar com apostas esportivas on-line, as conhecidas bets, no mercado brasileiro.

Os pedidos foram feitos no Sistema de Gestão de Apostas (Sigap) do Ministério da Fazenda. Até agora, cinco empresas realizaram a solicitação no Sigap. Elas têm até o fim de 2024 para cumprir os critérios e obter a autorização.

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A partir de 1º de janeiro de 2025, apostas sem autorização podem sofrer penalidades. O Ministério da Fazenda espera emitir as primeiras autorizações até o fim do segundo semestre de 2024.

Diferentemente dos bingos e dos cassinos, as bets contam com regulamentação ativa no Brasil
Diferentemente dos bingos e dos cassinos, as bets contam com regulamentação ativa no Brasil | Foto: Joédsom Alves/Agência Brasil

Regulação das bets

O Sigap é responsável por regular, monitorar e fiscalizar o mercado de apostas no Brasil. Por meio do sistema, a população pode consultar as solicitações das empresas e verificar o status de autorização dos operadores.

A lista de empresas no Sigap só é atualizada quando toda a documentação exigida pelo governo federal é apresentada e a solicitação é concluída.

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Até o momento, os pedidos de autorização foram feitos pelas seguintes empresas: Kaizen Gaming, Superbet, Rei do Pitaco, Sportingbet e Big Brazil (Caesars Sportsbook).

Companhias que já estavam em operação no Brasil quando a “Lei das Bets” foi promulgada, em dezembro de 2023, têm até o fim deste ano para cumprir todos os critérios e obter a autorização necessária. O prazo de análise das solicitações é de 180 dias.

No entanto, ao seguir a regra de transição, as empresas que fizerem o pedido nos primeiros 90 dias podem receber uma resposta ainda em 2024.

Leia também: “Por que só as bets podem?”, reportagem de Amanda Sampaio e Anderson Scardoelli publicada na Edição 222 da Revista Oeste

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