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Economia

Banco Central monitora sanções contra Moraes, diz Galípolo

Presidente do BC afirmou que não há riscos ao sistema financeiro depois da Lei Magnitsky dos EUA contra ministro do STF

Segundo Galípolo, ‘motivações por trás das sanções parecem ser inusitadas’ | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Segundo Galípolo, ‘motivações por trás das sanções parecem ser inusitadas’ | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

O presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, afirmou nesta sexta-feira, 5, que a instituição acompanha junto aos bancos brasileiros os desdobramentos da Lei Magnitsky que o governo dos Estados Unidos aplicou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Segundo ele, não há preocupação com riscos para o sistema financeiro.

Moraes recebeu a sanção dos EUA sob a acusação de perseguir o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em investigações, entre elas o processo que apura a suposta trama golpista de 8 de Janeiro. A Lei Magnitsky impõe restrições a movimentações financeiras, principalmente em transações que envolvem instituições norte-americanas ou operações em dólar.

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Banco Central: questionamentos sobre sanções

O Banco do Brasil já suspendeu cartões de crédito de Moraes com bandeiras internacionais ligadas a operadoras dos EUA. Além disso, nesta semana em que se iniciou o julgamento sobre 8 de janeiro, os maiores bancos do país receberam uma carta do Tesouro norte-americano com questionamentos sobre o cumprimento das sanções.

“A gente segue acompanhando a questão de sanções. Tem bastante literatura internacional sobre isso. Muitos países convivem com pessoas sancionadas. O que talvez chame mais atenção são as motivações por trás das sanções, que parecem ser inusitadas, vamos chamar assim. Mas temos acompanhado, dialogado com o sistema e não há preocupação quanto a riscos para os bancos”, disse Galípolo, segundo o jornal O Globo.

Leia também: “Os americanos de olho na Inquisição Brasileira”, artigo de Ana Paula Henkel publicado na Edição 285 da Revista Oeste

O presidente do BC também comentou a ofensiva de partidos do Centrão para dar ao Congresso a prerrogativa de destituir diretores do órgão. Ele destacou que o mandato fixo para a diretoria é uma “garantia para o país” e assegura decisões técnicas livres de pressões políticas. “Não cabe ao BC comentar iniciativas legislativas, mas nossos diretores não estão sujeitos a pressões e vão sempre tomar decisões técnicas”.

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3 comentários
  1. Jose Luiz Fritscher
    Jose Luiz Fritscher

    Este articulista é um infiltrado ? Ele não sabe da falta do devido processo legal contra centenas de pessoas ? Não sabe da censura contra brasileiros E contra cidadãos americanos ? A Oeste está virando uma Jovem Pan ?

  2. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Não é só a ex-presidente, mas principalmente a se aliar com ditadores como: Venezuela, China, Coreia do Norte. Também com grupos extremistas e criminosos, lembro de Hammas e Hezvola. Por censurar pessoas residentes na América. Tem mais por punir com multas milionárias multinacionais americanas, e além de punir opositores BRASILEIROS. UFA!

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