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Economia

'Acreditamos que o Congresso vai aprovar', diz Guedes sobre PEC dos Precatórios

'Estamos trabalhando com o plano A: a aprovação', afirmou o ministro da Economia

Ministro da Economia, Paulo Guedes | Foto: Edu Andrade/Ascom/ME

Em Roma, onde acompanha o presidente Jair Bolsonaro na reunião de cúpula do G20, o ministro da Economia, Paulo Guedes, demonstrou confiança em relação à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios pelo Congresso Nacional.

Neste domingo, 31, em conversa com jornalistas na capital italiana, Guedes disse que o governo não tem um “plano B” caso o texto não avance no Parlamento. “Nós estamos trabalhando com plano A: a aprovação da PEC dos Precatórios. Ela é importante porque abre espaço fiscal para o programa de assistência social [Auxílio Brasil]. Esse é o nosso plano”, afirmou. “Nós acreditamos que o Congresso vai aprovar, exatamente porque permite o financiamento dos programas sociais do governo.”

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O novo modelo de pagamento de precatórios deve permitir uma folga de R$ 40 bilhões a R$ 50 bilhões no Orçamento de 2022, além de outros R$ 39 bilhões por causa de mudanças nas regras fiscais. O texto será fundamental para garantir o Auxílio Brasil, com a previsão de R$ 400 mensais para atender 17 milhões de famílias no ano que vem.

Indagado sobre a preocupação do mercado quanto ao possível estouro do teto de gastos, o ministro da Economia reiterou o apoio da equipe econômica ao Auxílio Brasil. “Imagino que há uma preocupação do mercado a respeito exatamente dessa capacidade de coordenação política para aprovar a PEC dos Precatórios. Mas é exatamente a PEC dos Precatórios que nos dá o espaço para as políticas sociais”, disse Guedes.

Leia também: “Um monstrengo que paralisa o governo”, reportagem de Edilson Salgueiro publicada na Edição 84 da Revista Oeste

No sábado 30, o presidente Jair Bolsonaro falou em “plano B” caso o Congresso não aprove a PEC: “Sou paraquedista. Sempre tenho um paraquedas comigo, mas com muita responsabilidade. Quem raciocina e tem inteligência sempre tem um plano B”.

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4 comentários
  1. João Mário
    João Mário

    Super arrecadação de 300 bilhões a mais. Poderia passar até meio salário para 30 milhões de famílias que ainda sobraria muito para o governo federal. O PT disse que votará contra 17 milhões de famílias miseráveis, vai ser o maior tiro no próprio coração da esquerda.

  2. Maciel Gomes
    Maciel Gomes

    Dar calote na praça, se chama caloteiro, triste fim guedes, e o mercado financeiro já sabe kkkkkkkkkk

  3. Maciel Gomes
    Maciel Gomes

    É guedes, vai furar o teto, cade a solução, mas falta competência ne kkkkkkkk

  4. Antonio Carlos Neves
    Antonio Carlos Neves

    Paulo Guedes transmite segurança e esperança ao Governo nas decisões do Congresso para essa atenção às politicas sociais, que seguramente não foram observadas pelo STF quando enviou esse meteoro de R$ 89 bi de precatórios.
    Quanta insanidade de um Poder que diz fazer JUSTIÇA, sem sequer saber o conteúdo moral dos VULTOSOS precatórios que vão onerar a sociedade que vai PAGAR essa conta. É ridícula a ironia do iluminado Barroso, quando diz que o Governo Federal tem culpa em ficar litigando (RECURSO) durante tantos anos, revelando ai seus instintos primitivos, ao destina-lo totalmente ao final deste governo. É tão infeliz que sequer sabe que não é o governo, mas sim o CONTRIBUINTE quem vai pagar essa indústria de precatórios. Alguém se lembra da CPI DO JUDICIÁRIO no Senado Federal em 1999 sob a condução do senador A.C. Magalhães (Toninho Malvadeza), que desvendou uma indústria de indenizações no JUDICIÁRIO, impedindo a indenização de R$ 106 bilhões do Banco da Amazônia a uma madeireira falida e devedora do banco?. Essa sim foi uma CPI do Senado Federal séria e pró sociedade.

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