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Ponte de mais de R$ 200 milhões fica pronta, mas continua fechada por falta de acessos

A obra tinha previsão inicial de conclusão para setembro de 2022

Para a construção dos acessos, será necessário um investimento adicional de quase R$ 30 milhões | Foto: Roni Moreira/Agência Pará
Para a construção dos acessos, será necessário um investimento adicional de quase R$ 30 milhões | Foto: Roni Moreira/Agência Pará

A ponte construída sobre o Rio Araguaia, que liga o Tocantins e o Pará, segue inativa. Sua estrutura está pronta desde o ano passado, mas ainda não está em uso por causa da falta de acessos. Atualmente, a construção dos acessos está em andamento, enquanto o processo de desapropriação dos terrenos necessários se aproxima da conclusão.

Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), o custo total da ponte supera os R$ 200 milhões. Para a construção dos acessos, será necessário um investimento adicional de quase R$ 30 milhões.

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A obra tinha previsão inicial de conclusão para setembro de 2022, mas agora a expectativa é que seja finalizada no segundo semestre deste ano, ainda sem um mês específico definido.

A ponte, que tem 1,7 km de extensão, conecta as cidades de Xambioá, no Tocantins, a São Geraldo do Araguaia, no Pará. Com a liberação da ponte, espera-se um impulso significativo na logística da região, o que facilitará o escoamento da produção agrícola e beneficiará aproximadamente 1,5 milhão de pessoas.

Com a liberação da ponte, espera-se um impulso significativo na logística da região | Foto: Roni Moreira/Agência Pará
Com a liberação da ponte, espera-se um impulso significativo na logística da região | Foto: Roni Moreira/Agência Pará
A ponte, que tem 1,7 km de extensão, conecta as cidades de Xambioá, no Tocantins, a São Geraldo do Araguaia, no Pará | Foto: Roni Moreira/Agência Pará
A ponte, que tem 1,7 km de extensão, conecta as cidades de Xambioá, no Tocantins, a São Geraldo do Araguaia, no Pará | Foto: Roni Moreira/Agência Pará

A construção da ponte

O DNIT informou que a ponte foi construída por um consórcio e que os acessos estão sendo feitos por outro. Atualmente, a ponte está com 95% dos serviços concluídos. Em agosto de 2024, o DNIT divulgou que a estrutura estava quase concluída. Faltava apenas detalhes de pavimentação, sinalização e iluminação.

“Ela ganhará trafegabilidade já em novembro de 2024”, informou o órgão, à época. Os acessos à ponte terão uma extensão total de 2,1 km, sendo 310 metros no lado paraense e 1,7 km no lado tocantinense. O DNIT informou que os projetos hidrológico e geoecológico estão em fase de aprovação, com previsão de entrega para o segundo semestre de 2025.

O DNIT informou que a ponte foi construída por um consórcio e que os acessos estão sendo feitos por outro | Foto: Roni Moreira/Agência Pará
O DNIT informou que a ponte foi construída por um consórcio e que os acessos estão sendo feitos por outro | Foto: Roni Moreira/Agência Pará
Atualmente, a travessia de balsa sobre o Rio Araguaia continua sendo uma alternativa | Foto: Roni Moreira/Agência Pará
Atualmente, a travessia de balsa sobre o Rio Araguaia continua sendo uma alternativa | Foto: Roni Moreira/Agência Pará

O projeto da ponte foi lançado em 2017, durante a gestão do então presidente da República, Michel Temer (MDB-SP). A ordem de serviço para a obra foi assinada pelo DNIT em abril de 2020, mas a construção enfrentou atrasos durante o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). Com a chegada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ponte foi incluída no novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Atualmente, a travessia de balsa sobre o Rio Araguaia continua sendo uma alternativa, com custos variando de R$ 5,50 para bicicletas a R$ 294 para carretas de dez eixos carregadas. Um automóvel de passeio paga R$ 25.

O tempo de travessia varia de 30 a 45 minutos, a depender do nível do rio, das correntezas e do fluxo de embarcações. A ponte possui uma plataforma de 12 metros de largura, com pista, acostamento e calçadas de 1,5 metro de cada lado.

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12 comentários
  1. Sergio Hora
    Sergio Hora

    A matéria mostra claramente a infiltração da militância esquerdiota na revista Oeste. Venho avisando isso faz tempo. A Veja afundou assim e levou a Abril inteira

  2. Wagner Cesar Palmieri
    Wagner Cesar Palmieri

    Jornalista do Uol ou da fórum escreveu a matéria, “ATÉ TU REVISTA OESTE”.

  3. Hermes
    Hermes

    A ponte foi obra do temer, foi atrasada pelo Bolsonaro mas foi prontamente concluída pelo lula, mesmo desse jeito. Esse jornalista deve fazer o L

  4. Joubert Borges de Almeida
    Joubert Borges de Almeida

    A maioria dessas balsas pertencem a deputados, senadores ou familiares dos mesmos. Há mtos laranjas por trás. Porisso a região pode contar com atraso grande para o término dessa importante ponte.

  5. Leo Saraiva
    Leo Saraiva

    Obra atrasada do governo Bolsonaro kkkkkkkk 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
    Culpa do Lula 🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐄🐄

    1. Bruno Thiago
      Bruno Thiago

      2020 nem teve Covid-19, né? O famoso fiquem em casa que a economia a gente ver depois. Quero saber o que não se atrasou nesse período.

      1. Leo Saraiva
        Leo Saraiva

        Mimimi…mimim….mimimi kkkkkkkkkkkk
        A transposição o Bolsonaro inaugurou 1,8 % dizendo que era dele 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣 pra isso deu tempo 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣
        Cai na real ruminante…..tira a cara do coxo 🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐂🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐄🐂🐂

  6. ELIAS
    ELIAS

    Tendo em vista o histórico do DNIT, a conclusão da ponte de 200 milhões construída por um consórcio e a inexistência de acessos que serão construídos por outro consórcio, imagina-se que não se tenha chegado ainda a um acordo quanto ao percentual do capilé a ser distribuído para a construção que permitirá o acesso à ponte. Ou então os operadores das balsas, que ficarão chupando dedo após a conclusão dos acessos, tenham movido seus “pauzinhos” para estender por mais algum tempo suas operações. Isso é Brasil.

    1. Leo Saraiva
      Leo Saraiva

      Mas tinha isso no governo Bolsonaro???? Ele não acabou a lava jato pq a corrupção havia acabado.🤔🤔🤔🤔🤔🤔🤔

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