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Brasil

'Stalin lia livros antes de fuzilar seus inimigos', afirma Haddad

Ex-ministro da Educação e atual candidato petista ao governo de SP "explica" a diferença entre Hitler e o ditador soviético na maneira de exterminar adversários

haddad
O então candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, com uma máscara do ex-presidente Lula - 22/09/2022 | Foto: Ricardo Stcukert/PT

O ex-ministro da Educação do governo petista e atual candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) explicou, em uma audiência na Comissão de Educação do Senado, em 2011, a diferença entre o ditador Josef Stalin e Adolf Hitler, líder do Partido Nazista.

“Há uma diferença entre o Hitler e o Stalin que precisa ser devidamente registrada. Ambos fuzilavam seus inimigos, mas o Stalin lia os livros antes de fuzilá-los”, disse aos senadores.

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Stalin comandou a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas e definiu os rumos do país de 1922 até sua morte, em 1953. Os registros oficiais mostram cerca de 800 mil mortes provocadas pelo regime, mas indiretamente, os historiadores acreditam que podem chegar a 20 milhões de vítimas.

Na ocasião, Haddad foi convocado para explicar a adoção pelo Ministério da Educação do livro Por uma Vida Melhor, que defende a fala popular — inclusive com seus erros gramaticais — para estabelecer a comunicação.

“Estamos vivendo, portanto, uma pequena involução, estamos saindo de uma situação stalinista e agora adotando uma postura mais de viés fascista, que é criticar um livro sem ler”, completou o ex-ministro da Educação.

Na época, uma comissão formada por professores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte aprovou o livro, que chegou a quase 500 mil alunos de todo o país. “Você pode estar se perguntando: ‘Mas eu posso falar os livro?’ Claro que pode”, diz um trecho da publicação que foi alvo de questionamento.

Leia também: “Sobre a esquerda e a violência política”, texto publicado na edição 122 da Revista Oeste

15 comentários
  1. Paulo
    Paulo

    Quem tiver tempo e estômago, leia “A Century Of Violence In Soviet Russia”, de Alexander N Yakovlev. É possível comprar na Amazon para o Kindle. Yakovlev foi assessor chave de Gorbatchev durante a perestroika e figura importante do partido comunista, foi embaixador no Canadá, chefe do departamento de propaganda do partido, secretário do comitê central, entre vários cargos que ocupou. No livro ele contabiliza os crimes cometidos pelo sistema soviético com o objetivo de reabilitar as vítimas da repressão política. Nenhuma estimativa de número de mortos, por maior que seja, chega perto do número real. Não se trata de matar inimigos, os soviéticos não eram bonzinhos assim, se trata de enviar suas famílias para campos de concentração, na verdade terrenos abertos e sem nenhuma construção na Sibéria, onde a mortalidade infantil chegava a 50% ao ano.

    1. Paulo
      Paulo

      As palavras do candidato são uma afronta às muitas dezenas de milhões de mortos por regimes comandados por ignorantes, cínicos e egoístas, como ele. É isso que a usp forma? Pessoas que ficam discutindo qual assassino é mais culto? Vergonha usp, celeiro de lixos. Temos outro filho da usp que, como stalin, acredita que a punição deve atingir as família dos perseguidos, ordena que a polícia intimide a mãe, bloqueia contas da esposa. Abrem a boca para falar de facismo, com razão, pois foi o que aprenderam nessa deplorável reunião de filhinhos da nossa elite doente chamada usp.

  2. Audie Diogo Do Amaral
    Audie Diogo Do Amaral

    bem a política petista mesmo:
    formar-se sem ter estudo;
    receber o salário sem realizar o trabalho;
    roubar e não ficar preso.

  3. Antonio C. Lameira
    Antonio C. Lameira

    Que ironia! o candidato Lula se eleito vai acabar com os stand de tiros e criar no lugar deles Bibliotecas… será que irá ter fuzilamentos?

  4. Bruno Araujo Barbaresco
    Bruno Araujo Barbaresco

    E Fidel, antes de assassinar, fumava charuto, antes, durante e depois. Ídolo dos canhotos.

  5. Jhoens T. de Lima Pereira
    Jhoens T. de Lima Pereira

    Marcola tambem lê muito dentro da cadeia , Ernesto tche quevara era medico e quando não estava matando pessoas ou armando alguma ação com seu brother Fidel , tambem lia livros.
    Enfim ler livros não quer dizer nada porque quando se é má indole e sanguinario, merece o mesmo que ele fez com os outros ou seja PAREDÃO DE FUZILAMENTO

  6. Marisa
    Marisa

    Taí um sujeito estranho. Dizem que ele é professor e político, mas para mim nunca ficou muito claro qual a real ocupação dele. Quando não está em campanha eleitoral, ele faz o quê? Somente leitura de livros?

  7. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Nóis é gado. Nóis segue o boi. BOisonaro 🏍🇧🇷

  8. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    E quer ser governador de São Paulo? Só faltou citar Che quando disse que tinha que fuzilar os inimigos, desde que fosse com sensibilidade. O cara é uma besta quadrada. Talvez alguns que votarem nele também sejam bestas quadradas.

  9. principalsuspeito
    principalsuspeito

    Ah, um genocida que lia antes de mandar puxar o gatilho. Resta saber que consolo isso representa para um cadáver.

  10. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Pior do que ler livros antes de fuzilar os inimigos, é embriagar-se antes, durante e depois de atacar desafetos.

  11. carlos roberto de moura
    carlos roberto de moura

    Nem todos podem ler antes de praticar o mal. Dentro do livro Stalin escondia a lista dos condenados?

  12. Kleber Pessek
    Kleber Pessek

    É impressionante como este Sr. acha normal Stalin matar, e hoje chamar um homem honesto como genocida.
    Fala mansa mas coração corrupto, Haddad quem paga as suas contas? O PT essa organização criminosa ligada ao pcc/ PCC?
    Explica a sua gestão criminosa como ministro e prefeito?
    A pior mentira é aquela que contamos para nós mesmos.

  13. Luiz Cláudio Valente
    Luiz Cláudio Valente

    São impressionantes esses postes do molusco, para justificar os atropelamentos do uso dos verbos eles tentam mudar as regras ortográficas e de linguagem, principalmente a falta dos s(esses) nos plurais.

    1. MARCO ANTONIO CARDOSO VILARINHO
      MARCO ANTONIO CARDOSO VILARINHO

      São os “mano”. Os mesmos que criaram o “direito dos “manos”. rsrsrs

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