publicidade
Brasil, Economia

Guedes garante que, sem aumento salarial de servidores, país volta à trilha do ajuste fiscal

O ministro afirmou que é preciso garantir que os gastos com a Previdência, os juros da dívida e as despesas com o funcionalismo sigam controlados

Foto: Ministério da Economia

O ministro afirmou que é preciso garantir que os gastos com a Previdência, os juros da dívida e as despesas com o funcionalismo sigam controlados

Foto: Ministério da Economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou neste sábado, 9, que se o presidente Jair Bolsonaro vetar o reajuste salarial do funcionalismo público, o Brasil volta para a trilha do ajuste fiscal em 2021.

Receba nossas atualizações

“Se o presidente vetar esse aumento, como disse que vai fazer, o déficit fiscal extraordinário por conta das medidas para combate à pandemia fica restrito a este ano”, garantiu Guedes, durante uma videoconferência organizada pelo Itaú BBA.

Guedes afirmou que é preciso garantir que em 2021 os gastos com a Previdência, os juros da dívida e as despesas com o funcionalismo sigam controlados. Ele observou que os dois primeiros itens – ou inimigos, como ele denominou – já estão controlados por conta da reforma da Previdência e pela mudança de política econômica.

O ministro acrescentou que acredita que existe uma consciência hoje no Brasil sobre a necessidade da sustentabilidade fiscal. “O que pedimos agora é que o funcionalismo público faça uma contribuição”, disse.

Guedes garantiu que o governo Bolsonaro não vai aumentar carga tributária. Ele enfatizou que a ideia de saída da crise econômica através de investimento público e impostos não vai acontecer. “Não será conosco”, afirmou.

Ainda voltando a destacar sua contrariedade aos aumentos salariais para o funcionalismo público, aprovados pelo Congresso Nacional, ele disse que “seria um equívoco manter o reajuste aos servidores”. “Não é um caminho razoável”.

* Com informações do Estadão Conteúdo

Leia mais sobre:

4 comentários
  1. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Paulo Guedes como Ministro da Economia tem obrigação de mostrar o caminho que o país deve seguir, mas o corporativismo do funcionarismo público não permitirá que se mexa nos seus privilégios.

    1. Silvio
      Silvio

      Vamos la amigo, então nada de socorro a empresario, nada de postergar dividas atrasadas para com o fisco, nada de aumento nos preços de qquer bem de consumo, vamos todos ficar congelados ai blza, remedio amargo p todos. Agora querer culpar o funcionalismo, me poupe. Primeiro não tinha dinheiro pra nada, agora apareceu sos montes p socorrer a pandemia, governadores e prefeitos. Tem algo de …. na dinanarca.

  2. João Frossard
    João Frossard

    Alguns, como o ministro Guedes se desdobram para encontrar soluções, Enqto esses políticos querem só lucrar com a desgraça alheia.

  3. Jose Angelo Baracho Pires
    Jose Angelo Baracho Pires

    Seu sacana!!!Vc sabe q ñ te ouvem, ñ emprestam a pelota e se julgam, ainda, detentores do poder como bem falou o guerrilheiro José Dirceu.
    E agora vc pega toda o funcionalismo público e joga contra o nosso “palhaço querido”? Até SEGUNDA feira próxima, a esquerdalha q aparelha o ESTADO, vai te excomungar na CNN, Folha e rede Globo. Somado às mortes naturais, o Doria toma o PODER, com garantia do STF.
    A menos q a presença, sob vara de marmelo das 12 estrelas, nos apresente alguma esperança de “persistência”
    Lula preso.

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.