A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a atleta trans Tiffany Abreu a participar das semifinais da Copa Brasil de vôlei feminino, realizadas neste fim de semana em Londrina (PR).
A decisão, divulgada nesta sexta-feira 27, atende a um pedido da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), que recorreu à Corte para suspender os efeitos de uma lei municipal que impedia atletas transgênero de competir em eventos esportivos na cidade.
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Representando o Osasco São Cristóvão Saúde, Tiffany tem confronto agendado contra o Sesc RJ Flamengo, no ginásio Moringão.
A ministra destacou que a existência da lei municipal pode se opor a princípios constitucionais e comprometer avanços em igualdade de gênero e dignidade humana.
Cármen Lúcia não declarou a inconstitucionalidade da lei municipal
Na decisão, Cármen Lúcia ressaltou que a vigência da lei poderia “gerar insegurança jurídica e social”, mas não declarou sua inconstitucionalidade.
Ela afirmou que a análise sobre a adequação da medida apresentada pela CBV para suspender a legislação municipal ainda será feita, conforme publicado pelo STF.
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A CBV informou que Tiffany se encontra regularmente inscrita na competição, cumprindo todas as normas dos regulamentos nacionais.
Segundo a confederação, a atleta já participou de jogos anteriores sem restrições, atendendo aos critérios exigidos para elegibilidade.
Uma decisão anterior já havia barrado a lei municipal
Também nesta sexta-feira, o juiz Marcus Renato Nogueira Garcia, da Justiça Estadual do Paraná, concedeu liminar impedindo que o município barrasse a realização da Copa Brasil Feminina.
O magistrado afirmou que a lei municipal “parece afrontar a competência da União, dos Estados e do Distrito Federal de legislar concorrentemente sobre matéria desportiva” e fere princípios constitucionais.
Leia também: “Era uma vez um tribunal constitucional”, artigo de Eugênio Esber publicado na Edição 303 da Revista Oeste








































quem irá proteger as mulheres?
A maga patológica , estio a vassoura e começa a fazer merda
Trans não é mulher. Para mim, é ofensivo quando chamam um trans de mulher. Espero que os londrinenses compareçam, em peso, no Moringão e se manifestem, com muita energia, contra mais uma decisão descabida do STF.
Não esperava nada de diferente dessa senhora, os demais times que não entrem na quadra se o “cara” estiver escalado, isso ganhará o noticiário mundial, e será mais um prego no caixão desse tribunal politico
As jogadoras mulheres NÃO DEVEM ENTRAR EM QUADRA. MULHERXMULHER
ESSA É AQUELA DA CENSURA VALE …MAS SÓ ATÉ SEGUNDA….
É MAIS TAPA NA CARA DOS BRASILEIROS….
BENTO CARNEIRO JÁ DEVIA TER VOLTADO PRO ESQUIFE A MUITO !
SE DESAPARECER NINGUÉM NOTA !
Só restaria às demais atletas tomarem uma atitude altiva e se negarem a entrar na quadra.
É o que eu faria…!
CONCORDO PLENAMENTE !
É UM DESRESPEITO E UMA VERGONHA !
A continuar essas absurdas exceções, restará as outras equipes a fazer o mesmo , investir na formação de atletas trans desde as categorias de base, e assim terão no futuro a extinção do vôlei feminino.
Até quando teremos que suportar essa mulher desqualificada tomar decisões contra o povo do bem do Brasil ., que as equipes adverdarias não entrem em quadra e manda essa bandeirinha ir jogar contra a trans.
Teria sido uma decisão em causa própria?
Sensacional, Maquiavel, pensei o mesmo.
Tempos modernos, quando o penis equivale a uma vagina, e até o STF chancela esta insanidade.🤪
Quando o cérebro nos abandona, o cognitivo começa a deteriorar, melhor ir para casa. E manifestar as pautas woke com seus netinhos, bisnetos e outros familiares.🤪
Ridículo!
Homem biológico jogando contra mulheres biológicas.
Cada um pode ser aquilo que quiser.
Nada contra.
Mas, nos esportes, as diferenças biológicas devem ser respeitadas: tamanho, força física, capacidade pulmonar, etc , fazem diferença.
Carminha deveria fazer psicanálise.