publicidade
Brasil

Alunos invadem prédio da USP em protesto contra possível reprovação de grevistas

Estudantes estão em greve há 5 semanas

Alunos da USP iniciaram greve em 19 de setembro | Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Alunos da Universidade de São Paulo (USP) invadiram um prédio da administração central em protesto contra a decisão da reitoria de não abonar as faltas de estudantes que estão em greve há mais de cinco semanas.

+ Leia as últimas notícias de Brasil no site da Revista Oeste.

Receba nossas atualizações

A USP comunicou na quinta-feira 26 que o calendário acadêmico não será alterado e que se os estudantes continuarem em greve podem ser reprovados por falta. A partir da sexta semana de paralisação, os estudantes não terão mais como repor as aulas.

No fim da tarde, um grupo de alunos — cujo número não foi divulgado — invadiu o prédio, que faz parte dos blocos usados antigamente com moradia estudantil.

+ Greve na USP: professores mantêm paralisação

À Folha de S.Paulo, Davi Barbosa, diretor do Diretório Central de Estudantes (DCE), disse que a invasão foi uma ação isolada de alguns estudantes e que não foi debatida em assembleia, embora considere que “o método de ocupação é legítimo e usado historicamente”.

Em nota, o DCE da USP afirmou que a possibilidade de reprovação é uma punição política, já que a greve, iniciada em 19 de setembro, foi motivada pela falta de professores.

USP já começou contratação de professores, mas greve prossegue

Manifestantes fizeram passeata na Avenida Paulista | Foto: Reprodução/Rovena Rosa/Agência Brasil

O reitor Carlos Gilberto Carlotti confirmou que, entre 2014 e 2022, a USP perdeu 879 docentes. Os estudantes falam em um déficit de mais de mil professores. Apesar de a USP já ter anunciado o início da contratação dos professores, o movimento decidiu seguir com a greve. Até agora, segundo a instituição, 238 das vagas abertas já foram preenchidas.

Segundo a reitoria, apenas a Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e a Escola de Artes, Ciências e Humanidades (FFLCH) mantém a paralisação. As outras 40 escolas e faculdades retomaram as atividades. Além dos estudantes, professores e funcionários da FFLCH também estão em greve.

Leia também: Grupos que lideram a greve da USP se comportam como facções

Leia mais sobre:

7 comentários
  1. Luís Fernando Belix
    Luís Fernando Belix

    Passou a hora de privatizar as universidades federais e estaduais.

  2. ANTONIO MARCOS MARTINS DE ANDRADE
    ANTONIO MARCOS MARTINS DE ANDRADE

    São exatamente as 2 faculdades dos drogados que continuam a greve.. fecha isso de vez. Antro de parasitas. Manda os vagabundos irem estudar em outro lugar… Algum lugar mais conservador ou com filosofia aristotélica ao invés de subjetiva.

  3. Jose nelson lopes dos santos
    Jose nelson lopes dos santos

    Faculdades inuteis, formadoras de esquerdistas idiotizados. Reprovem todos e fechem esses cursos

  4. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    A USP já foi uma das melhores universidades do mundo. Atualmente as empresas reluta em contratar formados da USP pelo baixa qualidade dos cursos.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade