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Pausa em testes da vacina de Oxford não é revés, diz ministro britânico

Para titular da pasta da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, paralisação é desafio, mas imunizante deve ser entregue.

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Para ministro da saúde britânico, paralisação nos testes da vacina de Oxford é desafio, mas imunizante será entregue | Foto: Chris McAndrew/Wikimedia Commons

Para titular da pasta da Saúde do Reino Unido, Matt Hancock, paralisação é desafio, mas imunizante deve ser entregue

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Para ministro da Saúde britânico, paralisação nos testes da vacina de Oxford é desafio, mas imunizante será entregue | Foto: Chris McAndrew/Wikimedia Commons

A paralisação temporária dos testes clínicos da vacina contra covid-19 da Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca não é um retrocesso nem é a primeira vez que isso acontece, afirmou o ministro britânico da Saúde, Matt Hancock, nesta quarta-feira, 9.

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A AstraZeneca divulgou um comunicado na noite de ontem para informar a pausa nos testes depois que um voluntário no Reino Unido sofreu uma reação adversa grave.

A vacina está na última fase de testes antes de ser liberada para a utilização em larga escala.

Falando ao canal de televisão Sky News, Hancock admitiu que a interrupção é “obviamente um desafio. Mas, na verdade, não é a primeira vez que isso acontece com a vacina de Oxford e é um processo normal em testes clínicos”.

De acordo com o ministro, o que virá em seguida vai depender do que os pesquisadores “encontrarem quando fizerem a investigação” do caso.

O estado de saúde do voluntário que apresentou problemas não foi divulgado, mas a mídia britânica informou que ele deve se recuperar.

Apesar das negociações, o governo brasileiro ainda não fechou contrato com a AstraZeneca, apenas um “memorando de entendimento”.

O Estadão apurou que o Ministério da Saúde planejava assinar o documento final amanhã, dia 10. Em nota, a pasta informou que foi notificada pela AstraZeneca por e-mail e que “reforça o compromisso em garantir uma vacina segura e eficaz em quantidade para a população brasileira”.

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3 comentários
  1. José Valente Ferreira
    José Valente Ferreira

    Reações adversas mais ou menos graves, em percentuais variáveis, acontecem com todas as vacinas, medicamentos e procedimentos médicos de diversos tipos. A decisão de usar, ou não, depende da avaliação da relação riscos x benefícios. Aliás, com em tudo na vida. Aviões caem; acidentes fatais com todos os meios de transporte acontecem. Nem por isso se pensa em acabar com aviões, navios e outros veículos, porque os benefícios ultrapassam em muito os riscos. Aguardemos com esperança que essa relação seja significativamente favorável para todas as vacinas contra a Covid-19 que estão sendo testadas,

  2. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    O Brasil não é mesmo para principiantes, como constatou Tom Jobim, tempos atrás. Mas quem pensar no absurdo dos absurdos, pode ter certeza que o pior sempre vai aparecer. Segundo o Secretário de Saúde da Bahia um tal de Fábio Vilas-Boas, o mesmo que mandou apreender medicamentos que profissionais de saúde, empresários, Igrejas e a sociedade estavam distribuindo gratuitamente, com o canalha argumento de que ” não tinha comprovação científica, mas o problema era apenas por ser ” o remédio do Bolsonaro ” , a Bahia, desgovernada pelo petista Rui Costa, tem adiantadas tratativas com o ” governo democrático da Rússia “, para comercializar em terras tupiniquins a tal vacina do Putim. A matéria está publicada no Correio24horas.com.br e o tal Secretário de Saúde, o déspota sequestrador de remédios que salvam vidas, deveria saber que Putim não tolera roubos dos outros. O desgovernador baiano, Presidente do funesto Consórcio Nordeste, já está todo enrolado com compras superfaturadas e insumos que pagos, não foram recebidos, com certeza num jogo combinado para enriquecimento dos bandidos conhecidos, deveria saber que o Brasil clama que a PF faça aquelas visitas nas primeiras horas da manhã. Tomara que não demore!

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