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Governo já tem consenso sobre o Renda Cidadã

Governo deverá desembolsar cerca R$ 60 bilhões no próximo ano para bancar o novo programa social

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Proposta está sendo finalizada pelos líderes do Congresso | Foto: Alan Santos/PR

Governo deverá desembolsar cerca R$ 60 bilhões no próximo ano para bancar o novo programa social

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Proposta está sendo finalizada pelos líderes do Congresso | Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro e líderes do Congresso fecharam nesta segunda-feira, 28, o acordo sobre a proposta do novo programa social Renda Cidadã. Substituto do Bolsa Família, o projeto terá custo mais alto para o governo e será financiado com precatórios e cerca de 5% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

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Ao lado de Bolsonaro e do ministro Paulo Guedes, o líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), afirmou que o novo programa não vai furar o teto dos gastos. Conforme Oeste apurou, o valor pago para os beneficiários do Renda Cidadã será entre R$ 200 e R$ 300.

De acordo com o senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator da PEC emergencial, o valor deverá ser aumentado a cada período, conforme o aumento do espaço no Orçamento.

O Bolsa Família atende atualmente 14,28 milhões de famílias. A despesa no Orçamento para 2021 está prevista em R$ 34,9 bilhões. Com a reformulação, o valor gasto pela União pode passar dos R$ 60 bilhões no próximo ano.

“A proposta que foi desenhada traria pelo menos R$ 30 bilhões a mais”, afirmou Bittar.

Reforma tributária

Além de debaterem o novo programa social, líderes e governo também trataram da próxima fase da reforma tributária. O objetivo é testar a aceitação dos partidos da base em relação à proposta do Executivo, que deve incluir na reforma um novo imposto sobre transações digitais, semelhante à extinta CPMF.

O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), afirmou haver negociação para fixar em 0,2% a alíquota prevista pelo governo para o imposto sobre todas as transações. Essa proposta seria tratada pelo relator da reforma tributária, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). No entanto, ainda não existe consenso sobre o projeto.

 

 

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3 comentários
  1. jose alves ferreira
    jose alves ferreira

    Infelizmente, toda reforma sempre passa pelo bolso de quem não pode reclamar: os mais pobres.
    Temos no congresso bancadas do futebol ,dos funcionários públicos, evangélicos, do “toma lá dá cá” e por aí vai.
    Mas. onde está a bancada do “zé povinho”, aqueles que realmente criam riquezas, passam a via inteira pagando imposto e se aposentam com a “merreca” de no máximo R$ 5 mil e tanto e, olhe que são poucos – Dilma por exemplo – que o conseguem.
    Agora vem de novo a tal da CPMF, disfarçada ou sob a mentira que irá criar empregos e, é tão pouco que ninguém sentirá.
    Começou assim e, a medida da necessidade ou cara de pau foi aumentando e sufocando quem pouco tem.
    R$ 2 reais em R$ 1 mil? Para as ilustres excelências parece nada – afinal até tapioca era comprada com cartão corporativo – pois quase nunca poem a mão no bolso para pagar algo.
    Brasilia, nossa ilha de fantasia; o resto do país? Dane-se, pague e não reclame!
    inté!

  2. Adriano Santos
    Adriano Santos

    Interessante demais.
    Base cada vez mais estruturada no Congresso.
    Importante tomar essas pautas.

  3. Lucio Sattamini
    Lucio Sattamini

    Tirando algum dinheiro em caixa, vai dar 200 paus pra cada branco. Pago sem chiar. 60 milhões de votos, vai sair na urina. Pague vc tb. Precisamos triturar o PT.

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