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Enfermeiras cubanas se disfarçam de árabes para escapar da missão no Catar

Reportagem publicada em junho pelo jornal espanhol El Mundo recolheu os testemunhos de vários profissionais de saúde

Cuba - guerra - rússia - ucrânia
Bandeira de Cuba | Foto: Pixabay

Reportagem publicada em julho pelo jornal espanhol El Mundo recolheu os testemunhos de vários profissionais de saúde

Cuba
Bandeira de Cuba | Foto: Pixabay

Várias enfermeiras cubanas que foram enviadas para uma missão médica ao Catar, no Oriente Médio, se disfarçaram em trajes árabes e fugiram para os Estados Unidos.

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Uma reportagem publicada em julho pelo jornal espanhol El Mundo recolheu os testemunhos de vários profissionais de saúde que fugiram da missão e criticam o esquema de comercialização destes serviços de saúde em que a ditadura cubana embolsa até 90% dos salários.

“Lembro que tinha muito medo de ser descoberta. Vesti-me de árabe. Coloquei uma túnica e um lenço. Tinha que me fantasiar toda vez que visitava a embaixada dos Estados Unidos no Catar”, diz uma enfermeira.

Ela trabalhava há dois anos no Hospital Cubano do Catar, a joia da coroa das missões médicas naquele país. A instituição é administrada por Havana, mas dependente da Hamad Medical Corporation sob um acordo secreto entre os dois países. Sua localização no meio do deserto, perto do maior campo de petróleo e gás da Qatar Petroleum, favorece o controle de pessoal.

“No aeroporto, antes de cumprimentá-lo, eles tiram seu passaporte e avisam que todos os seus movimentos serão controlados”, diz outra enfermeira ao jornal.

O passaporte permanece aos cuidados do hospital até o retorno dos funcionários a Cuba, prática ilegal no Catar. Também não há clareza sobre o dinheiro que Cuba recebe por cada profissional.

Brasil

No Brasil, a partir de 2013 médicos cubanos trabalharam no programa Mais Médicos, lançado pela petista Dilma Rousseff.

Depois do fim do programa muitos deles decidiram ficar no Brasil.

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1 comentário
  1. Adilio Faustini
    Adilio Faustini

    No Brasil rasgaram a CLT para beneficiar Cuba com a complacência da “justica”trabalhista brasileira, aí das Empresas instaladas no Brasil usarem os mesmos critérios usados pelos desgovernos cubanos e brasileiros. Será que Karl Marx apoiaria o mais valia cubano/brasileiro?

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