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Saúde

Anvisa barra atualização de vacina contra nova cepa da Covid-19

Segundo o órgão, faltam dados sobre sua eficácia

Ministério da Saúde compra 69 milhões de vacinas contra a covid-19
Seleção de fornecedores da vacina aconteceu a partir de um processo de licitação. | Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitou a solicitação de aprovação da versão atualizada da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pela Zalika Farmacêutica. O imunizante faz parte de um contrato firmado com o governo brasileiro para o fornecimento de quase 60 milhões de doses.

O Ministério da Saúde aguardava a autorização para que o Brasil pudesse receber a vacina atualizada, que combate a variante JN.1, recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A decisão da Anvisa de negar o pedido foi divulgada no Diário Oficial da União (DOU) na última segunda-feira, 3.

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Atualmente, as doses disponíveis nos postos de saúde são destinadas à variante XBB.1.5. Essas doses foram desenvolvidas no final de 2023 e aprovadas no Brasil no começo de 2024.

No entanto, em abril do ano passado, a OMS recomendou a atualização para a variante JN.1, orientação que foi seguida pela Anvisa em uma instrução normativa publicada em setembro.

Dois meses depois, em novembro, a Anvisa autorizou as versões atualizadas das vacinas da Pfizer e da Moderna para a variante JN.1. No mesmo mês, o Ministério da Saúde realizou uma licitação e firmou um contrato para a aquisição de vacinas para adultos exclusivamente com a Zalika Farmacêutica.

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Fachada do edifício sede da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

A Zalika atua como representante brasileira do Instituto Serum, da Índia, e as doses incluídas no contrato são da vacina Covovax, desenvolvida pela Novavax e produzida pelo instituto. O contrato, que segundo o Ministério da Saúde gerou uma economia superior a R$ 1 bilhão, prevê o recebimento de 57 milhões de doses em até dois anos.

Em dezembro, a Zalika enviou à Anvisa o pedido de aprovação da versão atualizada da Covovax para a variante JN.1. O contrato com o governo brasileiro estabelece que a empresa deve fornecer as doses mais atualizadas aprovadas pela Anvisa.

Anvisa reprovou nova vacina por falta de dados de eficácia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou ao portal Metrópoles que negou aval à vacina diante da ausência de “informações técnicas” de que o imunizante teria eficácia e segurança durante os nove meses de validade.

“Os dados apresentados não confirmaram que a vacina atualizada com composição da linhagem JN.1 é estável por nove meses, quando armazenada nas condições recomendadas de 2°C a 8°C”, informou a Anvisa.

“Ou seja, o indeferimento do pedido se deu pela ausência de informações técnicas de qualidade necessárias para manutenção da eficácia e segurança da vacina no prazo de validade proposto”, disse a agência.

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Leia também: “Os selvagens da seringa”, artigo de Guilherme Fiuza publicado na Edição 71 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. Liberta Brasil
    Liberta Brasil

    Algum Politico e Jornalista da Globo vai pra cadeia por ter disseminado e empurrado pra população essa droga experimental que já não tinha eficacia comprovada? NÃO! PQ VC Q TEM DEFICIENCIA INTELECTUAL POR TOMAR ALGO EXPERIMENTAL, E QUEM TOMOU, TOMOU NO C* e vai viver com a preocupação e suspeita dos inumeros efeitos adversos listados que a Pfizer queria manter sigilo por 70 anos. AGORA SEGURA O ROJÃO AÍ SEUS IDOLATRAS QUE ACREDITAM NO PAPAI DEUS ESTADO!

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