Guilherme Boulos, que até “ontem” liderava invasões, é o mais novo ministro de Lula. No comando da Secretaria-Geral da Presidência, recebeu a missão de “colocar o governo na rua”. Ainda bem que não foi a missão de invadir casas! Seu xará, Guilherme Kassab, já havia previsto que Boulos poderia ser o herdeiro de Lula. Afinal, o petista nunca permitiu a ascensão de lideranças dentro do PT que pudessem ameaçar sua hegemonia.
Mas o que significa Boulos como ministro? Só faltou arrumar um ministério para João Pedro Stédile! O recado é claro: Lula rasgou a fantasia de democrata moderado e escancarou sua essência comunista. Difícil encontrar alguém mais radical do que Boulos, em que pese o esforço de disfarçar quando diante das câmeras.
Num país em que a velha imprensa nunca utiliza a expressão “extrema esquerda”, enquanto usa e abusa de “extrema direita” (basta ser um conservador), Boulos é ícone claro da extrema esquerda tupiniquim. Seu discurso surrado de “justiça social” é típico de Diretórios Centrais de Estudantes (DCEs), mas ainda encanta a elite universitária bancada pelos pais.

Um país que tem Boulos como ministro é um país nas mãos de revolucionários radicais, que miram no socialismo fracassado em pleno século 21. Lula mesmo é outro radical, apesar do esforço tucano de pintá-lo como moderado. Em seu terceiro mandato, chutou o balde e colocou o Brasil de vez no Eixo do Mal. Enaltece os regimes de Cuba e da Venezuela, aproximou-se do Irã e tem na China uma referência. O Lula democrata é um engodo criado pela elite culpada da esquerda caviar.
Até o esquerdista Elio Gaspari reconhece, ainda que timidamente: “Boulos pode despertar uma militância adormecida, mas também desperta um certo medo, por um passado levemente radical”. Levemente? Eis a opinião de quem deve achar Nikolas Ferreira um “ultrarradical”. Boulos assusta por ser um radical, e deveria assustar bem mais. Só que ele conta com a simpatia da mídia, ela mesma, lotada de radicais de esquerda em suas redações.
Quando Boulos fala em “colocar o governo na rua”, podemos apertar a tecla SAP para compreender o significado na prática: fazer campanha antecipada com recursos públicos. Lula, que nunca saiu do palanque, escolheu o populismo com força para comprar apoio e votos, e entre outros resultados negativos temos os rombos bilionários das empresas estatais. É o preço da demagogia corrupta.
O que mais preocupa nisso tudo é a normalização do absurdo. Em tempos normais, Boulos seria tratado como o radical que ele é; mas hoje é apenas um sujeito de esquerda, com “consciência social”. E nem é um fenômeno exclusivo do Brasil. Basta ver o candidato democrata a prefeito de Nova York, um radical socialista que julga um absurdo seu oponente não saber de cor o nome de nenhuma mesquita na cidade!

Isso só foi possível graças a uma revolução silenciosa, com o apoio da imprensa, que foi deslocando a janela de Overton para a esquerda, rotulando de extrema direita qualquer um à direita dos social-democratas, e relativizando o extremismo da turma comunista. Graças a esse trabalho lento e insistente, temos hoje a figura de Boulos como apenas mais um nome de esquerda, mesmo que há pouco tempo ele estivesse invadindo propriedades.
O Brasil corre o risco de virar a próxima Venezuela, mas se você faz esse alerta, acaba recebido com deboche pela claque de jornalistas. Ou é muita alienação, ou é má-fé mesmo, estratégia de se fazer de sonso para enganar os trouxas. Mas cada vez há menos trouxas, graças em boa parte às redes sociais. Daí a obsessão da esquerda radical com a censura. Se Boulos tiver de debater com o jovem Nikolas Ferreira, como já aconteceu, chega a ser humilhante o massacre.
Afinal, como defender o indefensável? Como justificar invasões e como sustentar que a Venezuela é um bom exemplo a ser seguido? É por isso que a esquerda radical mente tanto, tenta ocultar suas reais intenções, cai em contradição o tempo todo e adota um duplo padrão moral. Se eles expuserem sua carranca vermelha sem máscaras ou maquiagem, quase todos vão sair correndo. Daí a “carta ao povo brasileiro”. Agora é esperar a versão do Boulos, que certamente fará um movimento tático de suavização para esconder sua essência comunista…

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Se for para “colocar o governo na rua”, literalmente, estou junto e não abro. Fora!
O país se torna perigoso para se viver.
Esse terrorista já era pra tá preso faz tempo. Jogue no lixo as urnas eletrônicas e você vai ver que desse tipo que tá aí como esse Boulos de bosta não tem um voto, assim como uma corja de ladrão que está no congresso vitalício escolhidos pelo STF TSE governo PT
Complementado a resposta a IA: …fazem sim vários alunos!
Covardes como vc, mostram bem o que realmente são: crápulas, asquerosos, odiosos e agentes do mal. A escola do assassino careca de Brasília mais o descondenado não
GILBERTO Kassab
O anonimato é uma ferramenta vergonhosa dos covardes.
Nem com toda a militância da imprensa progressista (eufemismo para dizer esquerda radical mesmo), ele conseguiu levar a Prefeitura de SP. Aliás, levou uma sova, justamente por conta deste perfil que não engana ninguém (exceto aqueles que você, Rodrigo, mencionou: estudantes profissionais, bancados pelos pais). Vai para as ruas sim, iludir o povo, agora também com essa nova leva de dinheiro aos estudantes (o tal pé de meia). Um governo que não entregou uma casa de boneca. Por outro lado, não dá para ficar muito animado porque muita gente gruda nisso, passe em frente a uma padaria, um comércio qualquer, sempre procurando vagas. Querem continuar na informalidade (ou seja, trabalhando pouco sem compromisso) e receber bolsa-família. E quem trabalha, mais impostos. Este, o governo da censura e dos impostos. E dos alimentos caros. Dão o gás, mas e a picanha? A conferir, espero o povo acorde.
Lula estava nas cordas , prestes a ser nocauteado , a direita vacilou e agora já é uma ameaça real para 2026, junto com sua trupe de tranqueiras.
Quanto custa a simpatia da imprensa? O caminho é não consumir, aprendi a ler em um jornal tradicional de São Paulo, que se julgava ão e agora ix ou inho.