Os pedidos de recuperação judicial no Brasil estão alcançando níveis jamais vistos. Analistas e banqueiros temem um efeito cascata sobre o mercado financeiro. Segundo três fontes consultadas pela coluna, o volume expressivo de RJs registrado no ano passado — superior ao de 2016, ano da pior crise econômica da história do Brasil — deverá ser superado em 2025. O risco de as dívidas não pagas pelas empresas provocarem consequências nefastas nos balanços dos bancos e fundos de investimento é muito alto.
O aumento de 31,7% nas recuperações judiciais do agronegócio já provocou uma devastação no balanço do Banco do Brasil. Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) começam a apresentar sérios problemas, com risco de falência nos próximos meses.
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A disputa dos galpões
A demanda por galpões logísticos segue elevada no Brasil. Segundo a consultoria NewMark, no terceiro trimestre, a absorção bruta será de 1,14 milhão de metros quadrados. No ano, será de 3,3 milhões, 62% do total absorvido em 2024. Entre os maiores novos contratos de locação e renovação destacam-se operações da Shopee, com 112 mil metros quadrados em Uberlândia, Betim, Franco da Rocha, Campinas e Esteio; da DHL, com 100 mil metros quadrados em Jundiaí; e da Amazon, com 67 mil metros quadrados em Brasília (DF).

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Contratando sem parar
Os empresários estão otimistas com o futuro. E esse sentimento aparece na vontade de contratar. Segundo pesquisa de Expectativa de Emprego da consultoria ManpowerGroup, 53% dos empresários pretendem contratar no quarto trimestre deste ano. O número representa um aumento de dois pontos percentuais na comparação com o último trimestre. Contando que 18% dos entrevistados pretendem demitir até o final do ano, a expectativa líquida de emprego é de 36%. Alta de três pontos percentuais em relação ao trimestre anterior (+33%).
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Indústria sofre
Segundo o Índice de Gerentes de Compras (PMI) para a indústria do Brasil, compilado pela S&P Global, em setembro as condições operacionais do setor industrial brasileiro apresentaram a deterioração mais intensa em quase dois anos e meio por causa da redução da demanda. O indicador caiu para 46,5 em setembro, contra os 47,7 em agosto, indo ainda mais abaixo da marca de 50 que separa crescimento de contração e atingindo o nível mais baixo em 29 meses. Com esse resultado, o desempenho do setor no terceiro trimestre foi o mais fraco desde o segundo trimestre de 2023.
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Setor de máquinas entre os que mais sofrem
O setor de máquinas e equipamentos registrou uma queda de 10,7% em agosto na comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), a queda foi registrada nas compras tanto de bens importados como de produzidos localmente. O faturamento total da indústria foi de R$ 26,53 bilhões, queda de 5,6% em comparação com o mesmo período no ano anterior, mesmo se em crescimento de 0,6% ante o mês de julho. As vendas internas alcançaram uma receita de R$ 19,65 bilhões em agosto, uma queda de 13,2% em relação a agosto do ano passado, mas com expansão de 1,6% na comparação com o mês anterior.
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Vendeu bem, mas o futuro não promete
A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de veículos cresceram 2,9% em setembro na comparação anual, chegando a 243,3 mil unidades. No acumulado do ano, a alta foi de 2,8%, alcançando 1,91 milhão. No entanto, segundo a entidade, os emplacamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus devem crescer apenas 2,6% em 2025, contra uma previsão anterior de aumento de 4,4%.
A revisão reflete a piora na expectativa para as vendas de autos e comerciais leves, que passou de alta de 5% para 3%, enquanto as projeções para caminhões e ônibus foram mantidas em queda de 7% e crescimento de 6%, respectivamente.

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Brasil petrolífero
A produção de petróleo e gás natural no Brasil não para de subir e chegou a 5,081 milhões de barris de óleo equivalente (boe/d) em agosto. Segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP) a produção atingiu 3,893 milhões de barris por dia (bpd), alta de 16,5% na comparação anual, mas queda de 1,6% perante o mês de julho.
A produção de gás natural foi de 188,805 milhões de metros cúbicos, alta de 18,2% sobre agosto do ano passado, mas queda de 1% em comparação a julho deste ano. A produção no pré-sal continua dominante, chegando a 3,126 milhões de bpd de petróleo e 144,15 milhões de metros cúbicos de gás natural.

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JBS investe no Paraguai
A JBS vai investir US$ 70 milhões (cerca de R$ 400 milhões) nos próximos dois anos na produção de frangos no Paraguai. O anúncio foi realizado durante a visita do presidente paraguaio Santiago Peña à unidade da Seara em Dourados, no Mato Grosso do Sul. O investimento ocorrerá por fases, sendo a primeira a aquisição da Pollos Amanecer que, após obras de ampliação e modernização, atingirá capacidade de 100 mil aves por dia.
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Tanure mais próximo da Braskem
O Tribunal do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, por unanimidade e sem restrições, a aquisição do controle da Braskem pelo empresário Nelson Tanure. A operação deveria ser realizada via compra de ações da NSP Investimentos pelo fundo de investimentos em participação Petroquímica Verde. A proposta de compra foi enviada por Tanure em maio, mas já caducou. Segundo a Novonor, controladora da NSP Investimentos, as negociações seguem ocorrendo.
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Tijolos voando
Os preços dos imóveis residenciais não param de subir. Segundo o Índice FipeZAP, a alta registrada em 56 cidades brasileiras foi de 0,57% em setembro de 2025. Uma variação maior em comparação à observada no mês anterior (+0,50%). Entre os tipos de imóveis, o incremento foi relativamente maior entre unidades de três dormitórios (+0,73%), enquanto as que possuíam apenas um dormitório apresentaram a menor valorização mensal (+0,46%). No ano, a alta registrada pelo Índice FipeZAP de Venda Residencial foi de 5,04%, maior do que a inflação ao consumidor, que ficou em 3,64%.

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Tem que dar um basta, quem não está vendo que esses caras estão destruindo o país. Esses bandidos não faz outra coisa a não ser roubar. Tem que assassinar todos eles. Em 1989 com a queda da cortina de ferro todo leste europeu estava em ruinas e milhões e milhões de gente morta. Como é que querem o mesmo para Brasil???????