O influenciador Bruno Aiub, conhecido como Monark, teve um novo canal derrubado pelo YouTube poucos dias depois de anunciar sua volta às redes, em 26 de abril.
Segundo a defesa, o perfil “Bruno Aiub Show” tinha apenas um vídeo, com um tour pelo estúdio que seria usado para entrevistas. A plataforma informou que a remoção ocorreu por violação das diretrizes da comunidade.
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Os advogados afirmam que não foram notificados sobre eventual ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) contra o influenciador e dizem que decisões anteriores teriam sido revogadas em fevereiro.
Relatório da Polícia Federal contra Monark

Um relatório da Polícia Federal enviado ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, afirma que Monark manteve declarações com “ataques ao sistema eleitoral e a integrantes da Corte”. O documento integra inquérito que apura possível descumprimento de decisões judiciais. A defesa informou que recorreu da decisão do YouTube.
O influenciador teve contas bloqueadas em plataformas digitais por decisão do STF de 2022 a 2023. Em fevereiro de 2025, Moraes autorizou o desbloqueio dos perfis.
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A decisão incluiu a obrigação de Monark não fazer “publicação, promoção, replicação e compartilhamento de notícias fraudulentas” sobre o STF e o Tribunal Superior Eleitoral.
Em abril, o Ministério Público de São Paulo voltou a pedir a condenação do influenciador e solicitou indenização de R$ 4 milhões pelas falas. A defesa criticou a medida e afirmou que o órgão não poderia rever posição anterior no processo.





































META CAGANDO DE MEDO DO A…DO CLEZÃO.